Você vai explorar o Bairro Antigo de Hanoi com um guia local, provando desde panquecas crocantes de camarão até doces de coco. Cada mordida vem acompanhada de histórias — templos com incenso no ar, vilas francesas cheias de memórias, café com ovo servido onde os moradores se encontram. Prepare-se para calor humano, surpresas e, talvez, molho na camisa.
O tempo exato não está especificado, mas espere algumas horas caminhando entre as degustações e pontos da cidade.
Não há menção de busca no hotel; o encontro é na entrada do Teatro de Marionetes de Água Lotus.
Sim, há alternativas vegetarianas para quem tem restrições alimentares.
Você vai experimentar 10 comidas e bebidas diferentes durante a noite.
Sim, o passeio termina em uma cafeteria familiar com a famosa receita de café com ovo.
Este é um tour privado: só você e seu guia local.
O tour é adequado para todos os níveis de preparo físico; bebês podem ir em carrinhos.
Sim, você vai conhecer o Templo Ba Da e verá arquitetura colonial francesa pelo caminho.
Sua noite inclui dez degustações diferentes (com opções vegetarianas se precisar), bebidas como cerveja local e café com ovo, além de pontos turísticos entre as paradas, como templos e vilas coloniais — tudo guiado por um local simpático que te encontra perto do Lago Hoan Kiem para explorar as ruas vibrantes de Hanoi juntos.
Não esperava começar minha noite em Hanoi no meio do vai e vem das motos e o cheiro de massa fritando, mas foi exatamente assim que nosso tour privado de comida de rua começou. Nossa guia, Linh, nos chamou perto do Teatro de Marionetes de Água Lotus — ela tinha um sorriso fácil e uma maneira de fazer você se sentir como se a conhecesse há anos. Primeiro, entramos no Templo Ba Da, com o incenso subindo no ar, e eu tentei não tropeçar enquanto admirava os antigos leões de pedra. Por um momento, o barulho da cidade pareceu desaparecer.
Depois veio a comida — primeiro os rolinhos de pho, macios, com macarrão envolvendo carne bovina e ervas (tentei comer com elegância, mas acabei me sujando todo, molho para todo lado). A panqueca de camarão veio logo em seguida; crocante por fora, ainda quente do óleo, coberta por pequenos camarões vermelhos. Linh me ofereceu uma cerveja de Hanoi (“leve até para o café da manhã”, brincou), que realmente ajudou a refrescar o calor. Passamos por uma vila francesa dos anos 1930 — tinta descascando, crianças jogando bola na frente — e ela contou como os vizinhos ainda se reúnem ali quase todas as noites. Esse detalhe ficou comigo.
O bún chả chegou fumegante numa tigela — carne de porco grelhada boiando no caldo, acompanhada de legumes em conserva. O sabor era ao mesmo tempo defumado e adocicado. Entramos em um restaurante minúsculo para provar arroz pegajoso com feijão-mungo e cebolinha (conforto puro). Em algum momento, perdi a noção do tempo e das paradas; tudo se misturava da melhor forma. Rimos quando tentei pronunciar “bánh cuốn” (Linh também riu — pelo jeito meu sotaque é impossível), e depois tomamos café com ovo numa cafeteria familiar escondida no andar de cima de um beco. A espuma cremosa parecia quase uma sobremesa. Sinceramente, ainda lembro daquela vista dos telhados enquanto o crepúsculo chegava.

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