Você vai caminhar pelas antigas ruínas de Chacchoben com um guia local, depois visitar uma aldeia maia próxima onde vai moer milho, fazer tortillas à mão e almoçar com a família anfitriã. Prepare-se para risadas à mesa, histórias passadas de geração em geração e sabores que vão ficar na sua memória.
Meus sapatos ainda estavam úmidos da chuva da manhã quando descemos do transporte perto das ruínas de Chacchoben. O ar tinha um cheiro verde — de folhas molhadas e terra — e nosso guia, Luis, já acenava com um sorriso. Ele apontava para umas flores vermelhas pequeninas que surgiam entre as pedras. Tentei lembrar o nome delas, mas só consegui concordar, me sentindo meio boba. Tem algo em estar diante daqueles degraus antigos, cobertos de musgo e irregulares, que faz você querer sussurrar, mesmo com os pássaros gritando lá no alto. Luis contou que ainda fazem cerimônias ali às vezes — disse que dá para sentir, se ficar parado tempo suficiente. Acho que ele estava certo.
A viagem até a aldeia maia não foi longa, uns trinta minutos, talvez? Perdi a noção olhando as árvores passando pela janela. Na aldeia, as crianças corriam atrás umas das outras e uma menininha me ofereceu uma tortilla — quentinha e macia, direto do comal. A avó dela mostrou como moía o milho na mão (meus braços cansaram em dois minutos), e um cheiro — defumado, mas doce — vinha da cozinha de palha. Tentamos fazer tortillas; a minha ficou parecendo panqueca triste, mas ninguém ligou. O almoço era simples: frango com achiote, feijão que tinha um sabor muito melhor do que qualquer outro que já comi, e uma salsa verde que fez meus lábios formigarem. Li riu quando tentei falar “chaya” — tenho certeza que arruinei a pronúncia.
Não esperava tanta risada nem tantas mãos trabalhando juntas naquela cozinha pequena. A família contou histórias de remédios caseiros para picadas de inseto — um deles era esfregar folhas amassadas na pele (até hoje tenho uma folha guardada na bolsa). Sentamos numa mesa de madeira sob um telhado de palha enquanto a chuva começava de novo lá fora, comendo devagar porque ninguém parecia com pressa ali. No caminho de volta ao porto de Costa Maya, meus dedos ainda cheiravam levemente a milho e fumaça. É engraçado — fico pensando mais naquela primeira mordida da tortilla do que em qualquer outra coisa que vimos.
As ruínas de Chacchoben ficam a cerca de 50 minutos de carro do porto de Costa Maya.
Sim, o traslado está incluso, com ponto de encontro na Plaza Las Fuentes, perto da entrada do porto de Costa Maya.
O almoço inclui pratos tradicionais como tortillas feitas à mão, feijão, frango ou aves temperadas com especiarias locais e produtos frescos.
Os pratos principais são à base de vegetais; informe com antecedência para necessidades específicas.
São cerca de 15 minutos a pé do seu navio até a Plaza Las Fuentes, onde o grupo se reúne.
Sim; carrinhos de bebê são bem-vindos e assentos infantis estão disponíveis, se necessário.
O passeio é acessível para todos os níveis de condicionamento, mas não é recomendado para quem tem problemas cardíacos graves.
Sim; você visitará uma aldeia maia e cozinhará junto com uma família anfitriã na casa deles.
Seu dia inclui traslado no ponto principal do porto de Costa Maya, entrada nas ruínas de Chacchoben com guia certificado, água mineral durante todo o passeio, transporte em veículo com ar-condicionado entre os locais, além de uma aula prática de culinária e almoço caseiro compartilhado com a família maia antes do retorno ao porto.


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