Entre na história maia em Chacchoben e depois relaxe nas águas azuis da Lagoa de Bacalar. Suba degraus antigos, veja macacos nas árvores, faça caiaque ou nade nas águas cristalinas, e aproveite fajitas fresquinhas à beira da lagoa — tudo com um guia local que traz as histórias à vida. Uma mistura rara de aventura e tranquilidade que você vai lembrar para sempre.
As ruínas ficam a cerca de uma hora de carro do porto de Costa Maya.
Sim, o almoço na Lagoa de Bacalar está incluso — geralmente fajitas com bebidas como horchata ou chá de hibisco.
Sim, nadar e andar de caiaque são atividades incluídas na Lagoa de Bacalar.
Sim, o traslado está incluso; o ponto de encontro é a Plaza Las Fuentes, a cerca de 15 minutos a pé do navio.
Sim, os passeios em Chacchoben são conduzidos por guias certificados e especialistas em história maia.
Sim, bebês podem participar — carrinhos e assentos especiais para crianças estão disponíveis se necessário.
Água mineral e bebidas frescas como horchata, chá de hibisco (jamaica) e chá gelado acompanham o almoço.
Sim — o reembolso total é garantido caso o navio não pare no porto de Costa Maya.
Seu dia inclui passeio guiado certificado pelas ruínas maias de Chacchoben, transporte com ar-condicionado saindo próximo ao porto de Costa Maya (traslado incluso), água mineral durante todo o passeio, equipamentos para caiaque na Lagoa de Bacalar, além de um almoço fresquinho com fajitas e bebidas típicas à beira da lagoa — tudo isso antes de voltar com conforto para o porto, cheio de histórias e cores na memória.
Sabe aquela sensação quando você desce do ônibus e o ar parece diferente? Em Chacchoben, tinha um cheiro forte de verde — tipo folhas molhadas e terra depois da chuva. Nosso guia, Luis, acenou com um sorriso e começou a contar que essas ruínas maias existem desde 200 a.C. Eu toquei numa pedra (acho que não podia, mas não resisti) e ela estava quente do sol. Luis apontou uns macacos-prego lá no alto das árvores — quase não vi porque estava hipnotizado nas esculturas. O lugar tem um silêncio estranho, mesmo com outros grupos por perto. Meus tênis ficaram enlameados, mas nem liguei.
Depois disso, voltamos para a van (com ar-condicionado, graças a Deus) e seguimos para a Lagoa de Bacalar. A viagem durou mais ou menos uma hora? Perdi a noção porque ficava olhando os campos passando pela janela. Quando chegamos — uau, aquelas cores são reais. Dizem que são sete tons de azul, e eu acredito. A água estava fresca quando molhei as pernas; tinha crianças rindo perto e um vendedor de paletas passando com o carrinho. Remamos um pouco de caiaque (sou péssimo para dirigir — meu amigo só gritava “esquerda! esquerda!”), depois só ficamos flutuando, olhando as nuvens.
O almoço foi simples, mas delicioso — fajitas à beira da lagoa com horchata gelada. Uma brisa vinha da água e deixava tudo mais gostoso. Nosso guia sentou com a gente e contou histórias de piratas que se escondiam por ali antigamente; ele riu quando tentei falar “Bacalar” direito (acho que ainda não consegui). Foi tudo tão tranquilo e sem pressa, algo raro quando você está com horário de cruzeiro.
Fico pensando naquele momento nos degraus do templo em Chacchoben — o sol passando pelas folhas, o suor escorrendo nas costas, mas sem vontade de ir embora. Se você tem só um dia na Costa Maya e quer história junto com um tempo para relaxar… esse é o passeio.

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