Você vai explorar o mercado animado de Da Nang para escolher ingredientes fresquinhos antes de cozinhar cinco pratos clássicos lado a lado com moradores locais. Aprenda técnicas reais, troque histórias durante o almoço (com vodka de arroz para os corajosos) e leve para casa receitas — além de alguns novos amigos. A lembrança do calor daquela cozinha fica com você muito tempo depois.
Você vai fazer Bun Bo Hue (sopa de macarrão com carne), Banh Xeo (panqueca crocante), rolinho fresco Tam Huu, salada de jaca verde e sorvete de abacate de Da Nang.
Sim, o dia começa com um passeio guiado ao mercado local próximo para comprar os ingredientes frescos.
Sim, cada prato pode ser preparado na versão vegetariana mediante pedido.
O encontro é na rua Nguyen Ba Lan, nº 07, em Da Nang, cerca de 10 minutos antes do início.
Sim, durante a refeição você pode tomar café ou chá, além de experimentar um pouco de vodka de arroz.
O tempo exato não é informado, mas espere algumas horas incluindo compras, preparo, refeição e bate-papo.
Sim, você ganha um livro de receitas e um certificado ao final da aula.
Sim, o local é acessível para cadeirantes e aceita animais de serviço.
Seu dia inclui encontro na rua Nguyen Ba Lan em Da Nang para um tour guiado pelo mercado para escolher ingredientes; todos os utensílios de cozinha fornecidos; preparo prático de cinco pratos locais; café ou chá; almoço ou jantar compartilhado com frutas e vodka de arroz; além do seu livro de receitas e certificado antes de seguir viagem.
A primeira coisa que me vem à mente é o som — vendedores anunciando preços no mercado perto da rua Nguyen Ba Lan, suas vozes ecoando entre cestos de ervas e limas verdes pequeninas. Nossa guia (que pediu para chamarmos de Linh) me entregou um galhinho de algo que cheirava como manjericão apimentado, mas com um toque mais forte. Tentei repetir o nome — rau ram? — e ela sorriu, corrigindo meu sotaque com delicadeza. O clima estava úmido, mas as barracas estavam cheias e iluminadas, repletas de gente que parecia saber exatamente o que queria para o almoço.
De volta à cozinha, lavamos as mãos com água fresca que caiu bem depois da caminhada pegajosa. Linh nos ensinou a fatiar jaca para a salada — era mais macia do que eu imaginava, quase como desfiar um pão. Rimos quando alguém espirrou pimenta na camisa (dessa vez não fui eu). Preparar o Bun Bo Hue exigiu mais paciência do que eu esperava; Linh explicou que cada família no Vietnã Central tem seu jeito único. O chiado da frigideira do Banh Xeo fez todo mundo parar por um instante — realmente parece o som do nome.
Confesso que fiquei nervoso ao tentar enrolar os rolinhos frescos Tam Huu com capricho, mas Linh deu de ombros e disse “o importante é que fique gostoso”. Quando finalmente sentamos juntos para comer, com vodka de arroz e sorvete de abacate (surpreendentemente cremoso), todo mundo trocava histórias sobre onde tinha errado ou acertado no sabor. Não havia pressa; comíamos devagar enquanto Linh contava sobre sua infância em Da Nang e o significado da comida por ali. Até hoje, quando sinto cheiro de capim-limão, lembro daquela refeição.
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