Você vai estar cercado por pilhas gigantes de rodas de Parmigiano Reggiano, provar queijos maturados de 12 a 36 meses direto da fonte, fazer uma pausa para fotos no Castelo de Torrechiara e degustar o doce e salgado presunto de Parma com vinho DOC local na calma de uma verdadeira fábrica de presunto. Risadas com o guia e sabores que ficam na lembrança muito depois de sair da Emilia-Romagna.
A experiência dura meio dia.
Sim, o transporte de ida e volta do hotel está incluído se você escolher essa opção dentro de 15 km do centro de Parma.
Não, este tour não é indicado para vegetarianos ou veganos, pois foca em queijos e carnes curadas.
Sim, opções sem glúten estão disponíveis mediante pedido na reserva.
Sim, todas as áreas e superfícies são acessíveis para cadeirantes.
Você vai provar Parmigiano Reggiano com diferentes tempos de maturação (12 a 36 meses), ricota fresca, Presunto de Parma, Culatta, Fiocco, além de vinho DOC local.
Sim, você visita uma queijaria autêntica de Parmigiano Reggiano em produção e uma fábrica de Presunto de Parma nas colinas.
Sim, bebês podem ir em carrinhos; assentos especiais para bebês também estão disponíveis.
Seu dia inclui transporte do hotel no centro de Parma (se selecionado), entradas para a queijaria de Parmigiano Reggiano e a fábrica de Presunto de Parma, degustações guiadas de queijos maturados até 36 meses e ricota fresca, fatias de carnes curadas tradicionais como Culatta e Fiocco acompanhadas de vinho DOC das colinas de Parma — além de água mineral durante o passeio, para você voltar relaxado e satisfeito.
Sabe aquele momento em que você entra em um lugar e o ar parece mudar? Foi exatamente assim quando chegamos à queijaria de Parmigiano Reggiano nos arredores de Parma. Era cedo — não tão cedo quanto o nascer do sol, mas a luz já estava suave. Nosso guia, Luca, sorriu enquanto nos entregava aquelas capas azuis para os sapatos (me senti um cirurgião prestes a operar uma roda de queijo). O cheiro foi o primeiro a chegar: leite quente com um toque de nozes, algo acolhedor. Eu já tinha visto fotos, mas estar ali vendo os queijeiros mexendo aqueles enormes tachos de cobre... é outra história. Você escuta o tilintar das ferramentas, vê o vapor subindo. Luca explicou cada etapa — às vezes rápido demais para eu acompanhar — mas lembro dele dizendo “é aqui que a paciência vira sabor.” Gostei disso.
Depois de provar uma ricota tão fresca que quase derretia na língua (juro que poderia ter comido uma tigela inteira), caminhamos por salas cheias de centenas de rodas de Parmigiano. O depósito estava silencioso, só o som dos nossos passos e um leve aroma salgado no ar. Experimentamos queijos maturados entre 12 e 36 meses — sinceramente, não esperava sentir tanta diferença, mas dá para perceber mesmo. Meu parceiro tentou pronunciar “stagionatura” e Luca riu, corrigindo com carinho. Saímos da queijaria com migalhas nos dedos e uma admiração estranha por quem acorda às 4 da manhã para fazer queijo.
A viagem até as colinas de Parma foi tranquila; campos passando devagar e, de repente, o Castelo de Torrechiara apareceu ao longe. Paramos para fotos (o vento não parava de jogar meu cabelo no rosto — clássico). Na fábrica de presunto, o ambiente era mais fresco e tinha um cheiro doce e salgado ao mesmo tempo. Ver fileiras de presuntos pendurados em suportes de madeira parecia quase um ritual. Nosso guia contou histórias sobre sal, ar e tempo — gesticulando enquanto falava — e depois nos serviu fatias tão finas que desapareciam na boca. Também teve vinho local (DOC dessas colinas), que surpreendeu com um sabor mais leve do que eu esperava para acompanhar tanta carne curada.
Até hoje penso no silêncio daquelas salas de maturação, tão diferente do burburinho do almoço na cidade depois. Tem algo em ver a comida sendo feita na sua frente que fica guardado na memória, muito mais que qualquer souvenir.
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