Você vai passar o dia conhecendo elefantes resgatados perto de Chiang Mai—alimentando-os na mão e aprendendo com seus mahouts—antes de curtir um banho e escalada na Cachoeira Pegajosa. Inclui transporte privativo, visita em grupo ao santuário, todas as entradas e um almoço tailandês simples. Prepare-se para mãos sujas de lama, risadas e momentos que ficam na memória.
O passeio inclui transporte privativo com busca no hotel em Chiang Mai direto para o Santuário de Elefantes DooDoi.
Os elefantes foram resgatados de acampamentos de passeio e extração de madeira; no Santuário DooDoi não usam correntes nem ganchos.
Sim, você pode nadar e escalar a Cachoeira Pegajosa durante a visita.
Inclui transporte privativo, entradas, almoço, veículo com ar-condicionado e atividades em grupo nos dois locais.
Você vai participar de um grupo pequeno de 6 a 9 pessoas no santuário, mesmo com o transporte sendo privativo.
Use roupas confortáveis que possam sujar ou molhar; leve roupa de banho para a parte da cachoeira.
Seu dia inclui busca privativa no hotel em Chiang Mai, todas as entradas para o Santuário de Elefantes DooDoi e a Cachoeira Pegajosa Bua Tong, um almoço tailandês simples para compartilhar com o grupo, além de transporte com ar-condicionado durante todo o passeio, retornando à tarde.
Estávamos seguindo por uma estrada estreita ao norte de Chiang Mai antes mesmo de eu terminar meu café. O van estava silencioso, só o nosso guia, Nok, comentava sobre os campos de capim Nepia que passávamos — “é o café da manhã dos elefantes,” ela sorriu. Não imaginei que ficaria tão perto desses animais tão rápido. Quando chegamos ao Santuário de Elefantes DooDoi, dava para ouvir o barulho grave dos elefantes antes mesmo de vê-los. Sem correntes ou cercas, só um campo enlameado e alguns mahouts conversando em tailandês sob uma árvore.
Tem algo especial em estar ao lado de um elefante que faz você se sentir pequeno, mas de um jeito bom. Ajudamos a cortar abóbora e cana-de-açúcar para o almoço deles (ainda estou tirando pedacinhos de fruta grudenta dos meus sapatos). Os mahouts nos ensinaram como oferecer a comida — palma da mão aberta, dedos para trás — e Li riu quando tentei dizer “obrigado” em tailandês (provavelmente falei tudo errado). Os elefantes se movem devagar, mas conseguem pegar um monte de bananas de uma vez só. Eles têm mesmo personalidade; um ficava cutucando para ganhar mais petiscos, enquanto outro só queria se jogar na lama.
Depois do almoço (simples, mas gostoso — arroz, legumes, nada complicado), Nok nos chamou para seguir até Bua Tong, a Cachoeira Pegajosa. O nome é estranho, mas faz sentido: dá para escalar as pedras de calcário sem escorregar. A água estava gelada nos meus pés depois de tanto sol. Algumas crianças locais corriam subindo e descendo; eu mal consegui chegar na metade antes de rir tanto que tive que parar. Até hoje lembro daquela água refrescante e de como ninguém parecia com pressa — só vozes ecoando nas pedras molhadas e o sol brincando entre as folhas.

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?