Você vai se acomodar em uma loja de vinhos no centro histórico de Carcassonne para uma degustação descontraída guiada por um especialista local, provando de seis a oito vinhos da região harmonizados com queijos, charcutaria, azeitonas e pão fresco. Aprenda a degustar como um profissional, tire todas as dúvidas e saia com novos favoritos — e, provavelmente, algumas histórias para contar.
Você vai experimentar entre seis e oito vinhos diferentes do Languedoc durante a degustação.
Sim, você prova queijos locais das Fromageries Bousquet, charcutaria, azeitonas, homus caseiro, azeite com pão, além de biscoitos e petiscos.
A degustação acontece em uma loja de vinhos climatizada, bem no centro histórico de Carcassonne.
Seu anfitrião é um especialista em vinhos com 35 anos de experiência em degustações pelo Languedoc.
Sim — viajantes solo são bem-vindos nas degustações programadas, se houver vaga; basta enviar mensagem para consultar datas.
Informe sobre alergias ou restrições alimentares no momento da reserva — eles farão o possível para adaptar.
A experiência dura cerca de duas horas, dependendo do tamanho do grupo e das perguntas.
As degustações podem ser feitas em inglês, francês ou espanhol, conforme a necessidade dos participantes.
Seu passeio inclui uma degustação guiada e descontraída de seis a oito vinhos do Languedoc em uma loja climatizada no centro histórico de Carcassonne — com queijos regionais das Fromageries Bousquet, tábuas de charcutaria, homus caseiro com toque de limão, pães orgânicos frescos para mergulhar no azeite e vinagre balsâmico (além de água), tudo conduzido por um anfitrião experiente e sempre aberto a perguntas.
A primeira coisa que senti foi aquele frescor silencioso quando saímos da rua ensolarada e entramos na loja de vinhos — dava até para ouvir a diferença, como se alguém fechasse uma cortina pesada atrás de você. As paredes eram cobertas de garrafas do chão ao teto, cada uma refletindo um pouco de luz. Nosso anfitrião, Paul (ele é britânico, mas mora aqui há décadas), nos recebeu com uma simpatia de quem já serviu milhares de taças. Gostei do jeito calmo dele; sentamos em uma grande mesa de madeira enquanto ele abria as garrafas e falava sobre Carcassonne e a região do Languedoc como se estivesse na própria casa.
Confesso que entendo quase nada de vinho. Mas o Paul deixou tudo fácil — ensinou a girar a taça, sentir o aroma, e de repente comecei a perceber nuances que nunca tinha notado. Um branco lembrava erva-doce (ou será que era só impressão minha?), e teve um tinto com gosto terroso, como caminhar na grama molhada depois da chuva. Provamos seis, talvez oito vinhos — perdi a conta depois da terceira taça — e cada um vinha acompanhado de uma história sobre produtores locais ou alguma curiosidade da região. Em certo momento ele comentou que soldados romanos já bebiam algo parecido há dois mil anos, o que me fez rir porque minha taça estava longe de parecer antiga.
A tábua de queijos estava tão bonita que deu até dó de mexer: pedaços vindos das Fromageries Bousquet, fatias de pão de fermentação natural ainda quentinhas nas bordas, homus caseiro com toque de limão. Tinha azeitonas também — bem intensas — e charcutaria com aquele sabor rústico e delicado ao mesmo tempo. Molhávamos o pão no azeite enquanto Paul respondia todas as perguntas (até as mais bobas) sem nunca perder o entusiasmo. Ele alternava entre inglês e francês com tanta facilidade que me deu vontade de ter prestado mais atenção nas aulas de idiomas.
Volta e meia penso naquela última taça — um vinho marcante de Roussillon — e como todo mundo ficou em silêncio por uns segundos depois de provar. Não era nada extravagante, só realmente bom, daquele jeito que fica na memória. Sair de volta para o calor depois de duas horas ali dentro foi como voltar à superfície, mas uma parte de mim queria ter ficado mais um pouco, ouvindo histórias sobre vinhedos, clima e pessoas que dedicam a vida a fazer o vinho ter esse sabor.

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?