Comece sua noite em Barcelona na marina com drinks e novos amigos, solte a voz no karaokê e participe dos jogos com um anfitrião animado, explore bares locais cheios de vida e termine pulando a fila numa das maiores baladas da cidade. Risadas, música por todo lado e momentos que ficam na memória muito depois do amanhecer.
O pub crawl começa num bar animado bem em frente à marina de Barcelona.
Sim, o karaokê faz parte da experiência em um dos primeiros bares.
Não, a entrada VIP com fila exclusiva está incluída na sua reserva.
Você ganha uma bebida grátis e um shot de boas-vindas; outras bebidas podem ser compradas em cada parada.
Sim, um anfitrião experiente vai acompanhar e animar o grupo durante toda a noite.
Sim, viajantes solo são super bem-vindos e o tour é perfeito para fazer novas amizades.
Visitamos dois bares locais autênticos antes de ir para uma das maiores baladas de Barcelona.
Sim, um fotógrafo registra os momentos e depois compartilha as fotos no Facebook e Instagram.
Sua noite inclui encontro num bar à beira da marina com uma bebida grátis e shot de boas-vindas, visitas guiadas a dois bares locais animados (espanhol e irlandês), muitos jogos de bebida e karaokê para quem quiser, além de entrada VIP sem fila numa das maiores baladas de Barcelona — tudo conduzido por um anfitrião local cheio de energia antes de você voltar pra casa depois do amanhecer.
A primeira coisa que lembro é o cheiro — aquele ar salgado da marina misturado com o que tinha no meu copo (algo doce, talvez doce demais). Nos encontramos bem na beira da água, todos meio tímidos no começo, mas nossa guia (acho que era Marta?) logo nos jogou nos jogos de bebida mais loucos. Alguém tentou me puxar pro karaokê antes mesmo de eu terminar o shot de boas-vindas. Acabei cedendo depois de duas músicas — e, nossa, os hits pop espanhóis são rápidos. A Li riu quando tentei cantar em mandarim — provavelmente detonei a letra.
Fomos pulando de bar em bar pelo Bairro Gótico e Gracia — um pub irlandês com mesas grudadas e gente barulhenta assistindo futebol, depois um bar espanhol meio escuro onde o barman servia shots como se estivesse no automático. A cidade parecia viva de um jeito que eu não esperava; música escapando por todas as portas, gente gritando pelas vielas estreitas. Nosso anfitrião conseguia manter todo mundo junto (parecia que estava cuidando de gatos), e quando chegamos na segunda rodada de drinks eu já tinha esquecido metade dos nomes, mas lembrava das histórias. Tinha um australiano que jurava que cantava melhor que todo mundo. Não cantava.
A última parada foi numa balada enorme — sinceramente, eu nunca teria achado sozinha. Pulamos uma fila que parecia a de um estádio. Lá dentro: luzes por todo lado, o grave tão forte que dava pra sentir no peito. Sem estresse pra entrar ou pagar a mais — só direto pra pista de dança com todo mundo do pub crawl. Em algum momento alguém me ofereceu outro drink (não faço ideia de quem), e acabei conversando com um local sobre por que o catalão é tão diferente do espanhol. Ainda lembro daquela vista da praia às 3 da manhã, quando finalmente saímos cambaleando — estranhamente tranquilo depois de tanto barulho.

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