Você vai provar vinhos sul-africanos premium em vinícolas top de Stellenbosch e Franschhoek, curtir um almoço gourmet harmonizado com sabores locais, passear por vilarejos históricos com guia e viver momentos de reflexão em lugares como o Monumento Mandela. Risadas com queijos e tempo de sobra para admirar as vinhas estão garantidos.
O passeio inclui degustações em quatro vinícolas: Delaire Graff (ou Haute Cabrière até outubro de 2025), Tokara, Delheim e Fairview.
O almoço está incluso se você escolher o pacote all-inclusive; caso contrário, é opcional.
Sim, o transporte com busca e retorno ao hotel em Cape Town está incluído em todos os pacotes.
Você vai provar vinhos tintos e brancos, incluindo Sauvignon Blanc, Chardonnay, Cabernet Sauvignon, além do espumante MCC na Haute Cabrière (até outubro de 2025).
Sim — opções vegetarianas como risoto de cogumelos selvagens estão disponíveis no almoço.
O tour começa por volta das 8h com a busca e retorna às 18h, totalizando cerca de 10 horas.
Sim — crianças podem acompanhar (com preço reduzido), mas só maiores de 18 anos podem participar das degustações.
Sim — o veículo e todos os locais visitados são acessíveis para cadeirantes.
Seu dia inclui transporte confortável com busca e retorno ao hotel em Cape Town, água mineral a bordo; degustações guiadas em quatro vinícolas renomadas; almoço gourmet opcional com harmonização de vinhos; queijos artesanais no Fairview; além de tempo livre para passeios pelas vilas antes do retorno à noite.
Alguém já está servindo um tinto intenso no meu copo antes mesmo de eu terminar de olhar ao redor do Delaire Graff — a luz dourada ilumina o Vale Banhoek lá fora. Nosso guia, Sipho, sorri e diz para não termos pressa. Ainda estou pensando na caminhada por Stellenbosch mais cedo, aquelas antigas árvores de carvalho e as casas caiadas de branco. O ar tinha um leve cheiro de pão quente vindo de uma padaria que passamos (quase segui meu nariz e me perdi do grupo). Enfim, o primeiro gole: frutas vermelhas, um toque terroso, e logo todo mundo começa a comparar impressões como se fôssemos jurados de uma competição secreta.
Depois seguimos para Tokara — no alto do Helshoogte Pass, que Sipho explica que significa “colina alta”. A vista é de tirar o fôlego. Alguém do grupo tenta pronunciar o nome e todos caem na risada. O Sauvignon Blanc é fresco e marcante, quase como morder uma maçã verde. Eu não esperava gostar tanto de vinho, mas aqui estamos. O almoço no Delheim traz cordeiro assado lentamente para mim (o risoto vegetariano também parecia ótimo), junto com mais uma rodada de degustações. O pessoal mantém o clima descontraído — nada de frescura, só histórias da família que administra o lugar e como combinam os vinhos com a comida.
Fairview é o paraíso dos queijos — brie cremoso, queijo de cabra com aquele toque azedinho que eu provavelmente comi demais. Depois, uma breve parada na Prisão Drakenstein, onde Mandela foi libertado; ninguém fala muito, mas a emoção está no ar. E então chegamos em Franschhoek: janelas com persianas francesas, pequenas padarias de novo, gente acenando dos cafés. Meus pés estão cansados, mas não quero que o dia acabe ainda. É daqueles dias que parecem cheios, mas sem pressa, sabe?
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