Você vai provar vinhos de três regiões do Cape Winelands — das adegas frescas de Stellenbosch às harmonizações doces em Paarl e aos vales iluminados de Franschhoek. Espere histórias do seu guia local, um passeio sob carvalhos centenários e momentos em que a história parece estar bem perto. Não é só vinho; é a sensação que esses lugares deixam na gente.
O passeio dura o dia todo, com retorno a Cape Town entre 17h30 e 17h45.
Sim, o transporte inclui busca em hotéis localizados no centro de Cape Town.
Você vai conhecer três vinícolas diferentes em Paarl, Franschhoek e Stellenbosch.
Sim, há tábuas de queijo e harmonizações doces em diferentes paradas.
Sim, a degustação durante o almoço no Vale de Franschhoek está incluída; confira detalhes para refeição completa.
Crianças são permitidas se acompanhadas por adultos; a idade mínima para beber é 18 anos.
O ônibus de luxo oferece assentos reclináveis, Wi-Fi, portas USB para carregar e banheiro a bordo.
Sim, há uma parada para fotos na prisão de Drakenstein, onde Nelson Mandela foi libertado.
Seu dia inclui transporte confortável com busca em hotéis centrais de Cape Town, visitas guiadas a três vinícolas distintas para degustações (com tábuas de queijo e harmonizações doces), um passeio a pé pelo centro histórico de Stellenbosch com guia local, além de tempo para fotos na prisão de Drakenstein antes do retorno à cidade no fim da tarde.
Não esperava rir tanto antes do meio-dia, mas lá estávamos — seguindo pela estrada saindo de Cape Town, com nosso guia Sizwe contando histórias sobre os antigos huguenotes e as primeiras vinhas da África do Sul. O ônibus era mais confortável do que imaginei (com portas USB, Wi-Fi e tudo mais), mas o que ficou mesmo na memória foram os detalhes estranhos que Sizwe apontava pelo caminho. Ele disse que dá para sentir o cheiro diferente de cada região, se prestar atenção — tentei, mas só senti aroma de pão fresquinho quando chegamos em Stellenbosch.
O tour pela adega em Stellenbosch foi como entrar em um refúgio fresco de pedra depois do sol forte. Provamos queijos que rangiam entre os dentes e vinhos com nomes que não consegui pronunciar (Cabernet alguma coisa? Sizwe sorriu quando tentei). Caminhando sob aqueles carvalhos enormes — que realmente dão sombra para tudo — percebi como as pessoas por ali parecem se mover mais devagar, ou talvez fosse só o calor. Tem uma livraria antiga com piso rangente bem na rua principal; queria ter tido tempo para entrar e explorar.
Franschhoek era pura luz e vales verdes. Nosso grupo ficou mais silencioso durante a degustação — talvez pela vista ou pelo efeito do vinho. O almoço veio com outra rodada (perdi a conta), e alguém na mesa começou a falar sobre como os colonos franceses trouxeram suas receitas para cá há séculos. O ar já tinha um cheiro doce, como cascas de uva esmagadas e um toque floral que vinha de fora.
Paarl foi a maior surpresa. A última degustação combinou vinhos de sobremesa com coisas que eu nunca imaginaria juntas — algum tipo de biscoito com mel? Enfim, já estávamos trocando histórias quando alguém perguntou sobre o tempo de Mandela na prisão de Drakenstein, ali perto. Paramos para fotos; houve um silêncio quando Sizwe falou sobre Mandela saindo livre por aqueles portões. Não sei por quê, mas aquele momento ficou mais marcado do que qualquer taça de vinho.
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