Você vai provar vinho de mel na Ilha do Unicórnio, navegar de lancha pelas ilhas do Delta do Mekong, ver a produção do doce de coco em Ben Tre e almoçar com novos amigos enquanto música folclórica do sul toca num pomar. Esse passeio de um dia saindo de Ho Chi Minh é para desacelerar e sentir a vida à beira do rio — e pode ser que você fique pensando nisso muito tempo depois de voltar pra casa.
O passeio dura cerca de um dia inteiro, com pickup pela manhã e retorno por volta das 17h30.
Sim, o traslado está incluso para hotéis na região central do Distrito 1 em Ho Chi Minh.
O almoço é um menu local servido em um restaurante na província de Ben Tre.
Sim, o roteiro inclui paradas nas províncias de My Tho e Ben Tre.
Você recebe uma garrafa de água mineral por pessoa, além de degustações de chá de mel e vinhos locais.
Sim, o grupo é acompanhado por um guia que fala inglês durante todo o dia.
O passeio é indicado para todos os níveis de preparo físico, mas não é recomendado para quem tem problemas cardiovasculares.
Sim, você ouvirá música tradicional do sul durante a degustação de frutas no pomar.
Seu dia inclui traslado do hotel no centro de Ho Chi Minh em ônibus ou van com ar-condicionado, todos os passeios de barco entre ilhas e pelos canais, entrada em oficinas como a fábrica de doce de coco e a fazenda de abelhas, degustações de chá de mel e vinhos locais, muitas frutas tropicais no pomar com apresentação de música tradicional ao vivo, água mineral para cada participante, guia em inglês durante todo o passeio — e almoço com menu fixo em Ben Tre antes do retorno à noite.
“Experimenta só um gole!” Foi o que nosso guia, Minh, disse ao me entregar um copinho de vinho de mel na Ilha do Unicórnio. Confesso que fiquei meio receoso (cheirava mais doce do que eu esperava), mas todo mundo na mesa já estava rindo e trocando histórias sobre a primeira vez que provaram. Saímos cedo de Ho Chi Minh — o trânsito estava intenso, motos por toda parte — e depois de duas horas vendo plantações de arroz e cafés à beira da estrada passarem rápido, o Delta do Mekong finalmente se abriu ao nosso redor. O ar aqui parecia mais denso, quase pegajoso de tanta névoa do rio.
O passeio de lancha foi mais barulhento do que imaginei — crianças acenando das margens, aguapés batendo no casco. Minh apontou a Ilha do Dragão e a Ilha da Tartaruga enquanto passávamos; pra ser sincero, perdi a conta de qual era qual, porque tinha tantas aves voando e alguém perto começou a tocar música no celular. Paramos numa fazenda de abelhas na Ilha do Unicórnio (sim, tinha abelha por todo lado, mas elas pareciam tranquilas), provamos vinho de banana que queimava um pouco na garganta, e depois pegamos outra lancha rumo a Ben Tre. A oficina de doce de coco cheirava a açúcar derretido — um doce grudando na boca — e ver os trabalhadores moldando cada pedaço à mão me fez perceber a paciência que tem por trás de algo que a gente come em segundos.
O almoço foi num jardim sombreado em Ben Tre — arroz, peixe, legumes que eu nem sabia o nome, mas adorei. Um senhor tocava música tradicional do sul enquanto comíamos; a voz dele parecia flutuar por tudo. Depois, experimentamos frutas tropicais direto do pomar (meu favorito foi o mangostão). No caminho de volta para My Tho, de barco, sentei ao lado do Minh de novo e perguntei se ele não se cansava dessa rota. Ele só sorriu e disse que cada grupo é diferente — e é isso que mantém tudo interessante pra ele.
Chegamos de volta a Ho Chi Minh perto do pôr do sol. Minha camisa ainda tinha um leve cheiro de água do rio e vinho de mel. Às vezes, quando tudo fica quieto em casa, lembro daquele lento deslizar pelos canais — o som dos remos na água verde — e fico pensando quantas pessoas estarão almoçando sob aquelas árvores agora.

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