Você vai acelerar pelo interior de Punta Cana num buggy, provar café e chocolate fresquinhos numa fazenda local, se refrescar numa caverna de água cristalina e terminar o dia com o cabelo cheio de sal na Praia de Macao. Prepare-se para lama no rosto, risadas com o guia e momentos que ficam na memória muito depois de tirar a areia do corpo.
Já imaginou como é sentir a lama dominicana de verdade entre os dedos? Eu não tinha pensado nisso até começarmos a balançar por aquelas estradinhas de terra perto de Punta Cana. Nosso guia — Miguel, que parecia conhecer cada buraco e atalho — nos entregou óculos de proteção com um sorriso e disse: “Vocês vão precisar disso.” E ele estava certo. O buggy sacudia tanto que parecia que meus dentes iam sair voando, mas foi divertido de um jeito estranho. O ar tinha cheiro de terra molhada e algo doce que eu não conseguia identificar — depois percebi que era o cheiro da cana-de-açúcar dos campos por onde passávamos em alta velocidade.
Paramos numa pequena fazenda orgânica onde uma senhora chamada Rosa nos serviu xícaras pequenas de café dominicano bem forte (queimei a língua porque tomei rápido demais). Ela nos mostrou como fazem óleo de coco à mão — as mãos dela estavam manchadas de tanto trabalho. Também tinha chocolate caseiro, com uma textura meio granulada, mas muito saboroso, nada parecido com o que você compra por aí. Miguel ainda nos fez provar o rum mamajuana; ele riu quando eu tossi logo no primeiro gole. O lugar era tranquilo — crianças correndo descalças, galinhas se escondendo debaixo das mesas. Gostei que ninguém tinha pressa.
A próxima parada me surpreendeu — uma caverna com água tão cristalina que dava pra ver os dedos dos pés mesmo na sombra. Algumas pessoas pularam direto; eu hesitei (parecia fria), mas acabei entrando devagar. O silêncio só era quebrado pelo som da água e uma risada nervosa ecoando nas paredes de pedra. Depois de nos secarmos (mais ou menos), seguimos para a Praia de Macao. Foi ali que senti algo diferente — o vento batendo areia nas minhas pernas enquanto surfistas encaravam ondas selvagens logo atrás dos coqueiros. O sol parecia mais intenso, mais pesado talvez? Não sei se era cansaço ou pura satisfação, mas até hoje aquela vista me vem à mente.
A duração inclui o tempo de deslocamento; o horário exato pode variar conforme o local de busca.
Não, durante a Semana Santa só é permitido tirar fotos dentro da caverna até domingo, 4 de abril; nadar não é permitido nesse período.
O tour inclui transporte de ida e volta, degustação de café e chocolate numa fazenda orgânica, prova de rum mamajuana e chá verde, banho em um cenote (caverna de rio) e tempo livre na Praia de Macao.
Não é recomendado para pessoas com problemas na coluna, gestantes ou quem tem condições cardiovasculares delicadas.
Não é necessário ter experiência em direção; os guias dão todas as instruções de segurança antes de começar.
Não inclui almoço completo, mas há degustação de café, chocolate e rum na fazenda.
A atividade é adequada para todos os níveis de preparo físico, mas confirme a idade mínima diretamente com o operador antes de reservar.
Seu dia inclui transporte de ida e volta do hotel em Punta Cana ou regiões próximas, todas as degustações na fazenda orgânica (café, chocolate, rum mamajuana e chá verde), entrada no cenote cristalino para nadar ou tirar fotos conforme a temporada, além de bastante tempo para relaxar ou explorar a linda Praia de Macao antes de voltar para casa cheio de areia — e provavelmente sorrindo.


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