Você vai remar rio acima numa canoa tradicional até a aldeia Embera Tusipono, onde os locais te recebem com música e histórias antes de um almoço caseiro de peixe frito com banana-da-terra. Nade em uma cachoeira na floresta e explore as casas sobre palafitas — esse passeio de um dia saindo da Cidade do Panamá é sobre momentos reais e prazeres simples que ficam depois que você vai embora.
O passeio costuma durar o dia todo, incluindo o trajeto de ida e volta entre a Cidade do Panamá e Chagres.
Sim, uma refeição tradicional de peixe frito com banana-da-terra feita pela comunidade está inclusa.
Leve roupa extra, toalha, tênis de água, repelente biodegradável e chapéu para se proteger do sol.
Sim, há tempo para nadar ou relaxar numa cachoeira de água cristalina perto da aldeia.
Sim, o traslado do hotel em veículo com ar-condicionado está incluso na reserva.
Esse passeio não é recomendado para pessoas com problemas na coluna, saúde cardiovascular fragilizada ou gestantes.
Um guia local acompanha o grupo durante todo o passeio — desde a saída na cidade até todas as atividades em Chagres.
Seu dia inclui transporte do hotel em veículo com ar-condicionado na Cidade do Panamá, todos os trajetos de canoa pelo rio Chagres com o guia local Luis (ou outro igualmente simpático), água mineral durante o passeio, almoço caseiro com peixe frito e banana-da-terra preparado pelos moradores Embera — e tempo suficiente para se refrescar sob uma cachoeira na floresta antes de voltar para casa.
Não esperava que o rio fosse tão tranquilo. Saímos cedo da Cidade do Panamá — ainda bocejando, para ser sincero — e depois de cerca de uma hora já estávamos navegando pela margem do Chagres. Nosso guia, Luis, distribuiu água e sorriu quando tentei pronunciar “Tusipono”. Ele disse que tudo bem, ninguém acerta na primeira vez. A canoa parecia instável no começo, mas logo você relaxa, observando o verde fechar ao seu redor. Tinha um cheiro no ar — terra molhada misturada com fumaça de madeira vindo de algum lugar rio acima.
A aldeia Embera Tusipono fica numa pequena elevação à beira da água. As crianças acenavam quando chegamos. Alguém tocava uma música num tambor que parecia feito à mão, e me peguei sorrindo sem motivo. Luis explicou que eles ainda usam essas canoas todo dia — brincou que os turistas são menos ágeis que os peixes (não está errado). Andamos entre as casas sobre palafitas enquanto nosso anfitrião mostrava cestos e joias artesanais. Comprei uma pulseira — provavelmente paguei caro, mas parecia certo.
O almoço foi peixe frito com banana-da-terra, servido em folhas de bananeira. Simples, mas delicioso — o peixe tinha um sabor defumado que ficou comigo a tarde toda. Tentei perguntar sobre a receita, mas só ganhei risadas e gestos que imitavam fritar. Depois de comer, caminhamos uns quinze minutos pela mata fechada (leve tênis de água) até que, de repente, apareceu uma cachoeira — água gelada, pedras escorregadias, tudo ecoando com o canto dos pássaros. Não nadei muito, mas ficar ali com os pés na água foi uma paz estranha e boa.
Na volta pelo rio, a chuva começou a tamborilar no teto da canoa — uma batida suave que deixou todo mundo em silêncio por um instante. Não é nada luxuoso ou chamativo aqui, mas algo em compartilhar comida e histórias com quem realmente vive nesse lugar fica guardado na memória muito além do que você imagina.
Pagamento seguro em viator.com

Precisa de ajuda para planejar sua próxima atividade?