Sinta a liberdade do mar aberto enquanto você navega pelas Ilhas Pérola em um charter privativo — vara de pesca na mão, snorkel com peixes coloridos, almoço fresco grelhado a bordo. Com um capitão local levando você para praias escondidas e ancoradouros tranquilos, sobra espaço pra nadar ou só flutuar sob o céu infinito do Pacífico.
Eu não esperava ver uma água tão cristalina tão perto da Cidade do Panamá — parecia que alguém tinha aumentado o contraste das cores. Encontramos nosso capitão na Marina Flamenco (ele se apresentou como Jorge, mas todo mundo chamava de “El Capitan”, o que arrancou risadas da gente). O barco de 27 pés era robusto, nada luxuoso, mas isso me agradou. Já tinha música rolando quando subimos a bordo — um som de salsa que fez até esquecer o sono de ter acordado cedo demais.
A travessia até as Ilhas Pérola demorou mais do que eu imaginava — talvez umas duas horas? Mas, sinceramente, depois da primeira hora o tempo simplesmente sumiu. O ar era salgado e limpo, e a gente passava por ilhotas verdes que pareciam de mentira. Em certo momento, Jorge apontou uma barbatana de golfinho e quase deixei meu suco cair. Ele entregou varas de pesca pra gente (“pra dar sorte!”), mesmo eu sendo péssima nisso. Minha amiga pegou um pargo — gritou tão alto que até os pássaros devem ter escutado.
Primeira parada: Contadora, pra fazer snorkel. A água era gelada no começo, mas depois ficou perfeita. Vi cardumes de peixinhos prateados passando entre meus pés — não sei o nome, mas Jorge disse que o pessoal chama de “sardinitas”. O almoço foi simples: peixe grelhado ali mesmo no deck (até hoje lembro do cheiro), cerveja gelada na mão, e o sol começando a queimar meu nariz porque esqueci de passar protetor de novo. Depois, passamos por Mogo Mogo e Saboga — cada praia mais vazia que a anterior, areia tão fina que parecia farinha nos pés.
Tem algo especial em estar ali sem multidão, sem vendedor — só as ondas, nosso grupo e Jorge contando histórias de maré e naufrágios em espanhol (peguei só metade, confesso). Na volta, todo mundo ficou em silêncio, só o som do vento e da música. Até hoje penso no tamanho do céu que vi naquele dia.
O passeio dura 8 horas no total, já contando o tempo de viagem desde a Cidade do Panamá.
A saída é da Marina Flamenco, na Cidade do Panamá.
Sim, todo o equipamento de pesca profissional está incluso para os participantes.
Sim, tem água, sucos, Gatorade e cervejas disponíveis a bordo.
Sim, o equipamento de snorkel está incluso e há várias paradas para nadar ou mergulhar.
Você pode escolher entre churrasco a bordo ou serviço de catering; pergunte na reserva para mais detalhes.
O grupo pode ter até 8 pessoas por reserva.
Sim, crianças são bem-vindas, mas precisam estar acompanhadas de um adulto.
O seu dia inclui embarque na Marina Flamenco, na Cidade do Panamá, com capitão e marinheiro bilíngues certificados guiando o grupo. Todos os impostos, taxas e seguro de passageiros já estão incluídos. Bebidas — água, sucos, Gatorade e cerveja — ficam à disposição, além de equipamento profissional de pesca e snorkel pronto para uso. O barco tem banheiro a bordo para garantir conforto durante toda a aventura pelas ilhas do Pacífico panamenho.


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