Você vai explorar as ruas escondidas de Shanghai com um guia local, provando mais de 15 pratos regionais — desde mooncakes crocantes de porco até espetinhos de cordeiro picantes — e compartilhando bebidas com moradores. Prepare-se para risadas com erros de idioma, histórias por trás de cada receita e uma verdadeira experiência da gastronomia noturna de Shanghai.
O tour inclui mais de 15 degustações diferentes de várias culinárias regionais chinesas.
Sim, cervejas chinesas e destilados (ou refrigerantes) estão incluídos durante o passeio.
O tour começa em um bairro residencial central, logo ao norte da Nanjing Road.
Não, não há transporte do hotel; os participantes se encontram em um ponto próximo à Nanjing Road.
Sim, crianças podem participar se acompanhadas por um adulto; bebês podem ir em carrinhos.
Sim, mas é necessário informar as restrições no momento da reserva para que possam ser feitas adaptações.
O tour termina próximo ao Templo Jing’an, com fácil acesso ao transporte público ou bares próximos.
Sim, há opções de transporte público perto dos pontos de início e fim do tour.
Sua noite inclui todas as degustações de comida e bebida durante o passeio (mais de 15), acompanhamento de um guia local profissional que conta histórias e dá contexto enquanto você caminha entre os pontos, além de um pacote pós-tour com recomendações de restaurantes e dicas para explorar Shanghai por conta própria.
Começamos ao norte da Nanjing Road, bem onde a cidade parece soltar o fôlego depois do trabalho — gente por toda parte, bicicletas passando apressadas, aquele cheiro gostoso de massa frita e um toque doce no ar. Nosso guia, Li, nos chamou para entrar num lugar minúsculo que eu jamais teria reparado sozinho. A primeira mordida foi num mooncake de porco típico de Shanghai — crocante, com aquele equilíbrio entre salgado e doce — e juro que senti o sabor da gordura nos dedos por um tempão depois. Li contou que também é um lanche de café da manhã, mas pra mim parecia coisa de petisco da madrugada. Ela riu quando tentei falar “xianrou yuebing” em mandarim — provavelmente estraguei a pronúncia. Mesmo assim, comi dois.
Seguimos andando — desviando de varais e letreiros de neon — até outro lugar lotado de famílias dividindo tigelas de macarrão. Um cheiro de cominho vindo da cozinha me lembrou o noroeste da China (Li disse que o chef era de Xi’an). Os espetinhos de cordeiro estavam picantes e defumados; acabei borrando óleo de pimenta na camisa, mas ninguém ligou. Em certo momento, experimentamos baijiu junto com a comida (sou sincero: arde bastante) e uma mesa próxima brindou com a gente só porque parecia que precisávamos de um incentivo. Essa é a Shanghai à noite.
Não esperava aprender tanto sobre as camadas da cidade — como cada prato vem de um canto diferente, mas se sente em casa aqui. Caminhando por essas vielas antigas perto da Nanjing Lu, ouvindo pedaços de Shanghainês e mandarim se misturando, percebi quanta história está guardada nesses restaurantes. Terminamos perto do Templo Jing’an, com as torres dos sinos brilhando ao longe, e Li nos entregou um pacotinho cheio de dicas de comida que eu nunca conseguiria usar tudo numa só viagem. Até hoje penso naquele mooncake quando bate aquela fome tarde da noite.

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