Prove vinhos direto de vinícolas familiares e renomadas do Vale do Maipo, divirta-se com um brunch num jardim cheio de arte e aproveite um almoço tranquilo à beira do rio — tudo com traslado incluso em Santiago. Prepare-se para boas companhias, muitas taças e lembranças que ficam.
O passeio é de dia inteiro, com saída pela manhã e retorno à noite em Santiago.
Sim, todas as degustações nas vinícolas estão incluídas no seu pacote.
Sim, um almoço tradicional é servido numa vila próxima ao rio Maipo.
Sim, o traslado de ida e volta do seu hotel ou endereço em Santiago está incluso.
O roteiro geralmente inclui Santa Ema, TerraMater, De Martino, a vinícola da família Los Mesa, além do brunch na La Espina del Arte.
O tour pode ser conduzido por um guia multilíngue; inglês está disponível.
Informe suas restrições ao reservar; faremos o possível para atender.
A idade mínima para participar das degustações é 18 anos.
Seu dia inclui traslado do hotel ou endereço em Santiago, brunch com vinho num jardim de galeria de arte, visitas guiadas e degustações em várias vinícolas do Vale do Maipo — como Santa Ema, TerraMater, De Martino — e um almoço tradicional à beira do rio antes do retorno à cidade à noite.
Jamais vou esquecer o cheiro do ônibus naquela manhã — um mix de café, um toque de perfume e aquela ansiedade boa que bate antes de algo especial. A Pilar, nossa guia, nos chamou pelo nome (como ela decorou todo mundo, eu não sei) e brincou dizendo que “hora do vinho” começa mais cedo no Chile. Mal terminei meu primeiro café quando ela já me entregou uma taça de vinho branco fresquinho na La Espina del Arte. O jardim ainda estava molhado da chuva da noite anterior, com flores vermelhas vibrantes por toda parte. Pensei comigo: é assim que se faz um brunch no Vale do Maipo.
Depois, paramos na vinícola da família Los Mesa. O dono tinha as mãos roxas de tanto mexer nas uvas — ele riu quando perguntei se aquilo sai fácil. Nos serviu um licor caseiro que queimava um pouco, mas tinha gosto de figo e fumaça de madeira. Tentei dizer “salud” como um local; acho que errei, porque todo mundo sorriu pra mim. Ficamos ali, em silêncio, com as taças erguidas, ouvindo o vento passar pelas videiras. Foi um momento sincero.
As vinícolas mais famosas — Santa Ema, TerraMater, De Martino — eram mais sofisticadas, mas nada de arrogância. Na Santa Ema, nos desafiaram a adivinhar aromas numa sala sensorial (eu me saí péssimo; descobri que pimenta preta nem sempre é pimenta preta). O almoço foi numa vila à beira do rio Maipo: carne cozida lentamente, pão quentinho saindo do forno e mais vinho do que eu deveria ter tomado. A Pilar contou histórias do avô dela colhendo uvas ali quando menino. No fim, já estávamos trocando WhatsApp como velhos amigos.
Não esperava me sentir tão… relaxado? Ou talvez conectado seja a palavra certa. Os Andes pareciam tão perto que dava pra tocar pela janela do ônibus no caminho de volta a Santiago. Alguém começou a cantar baixinho (não fui eu), e ninguém se importou se alguém cochilou um pouco. O tour de vinho no Vale do Maipo não é nada forçado ou chique demais — é gente de verdade, compartilhando vinho e momentos. Até hoje penso naquela vista sobre o rio.

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