Saia direto do seu cruzeiro para a antiga Éfeso com um guia local que conhece cada história por trás das colunas de mármore. Prove vinhos caseiros na vila de Sirince depois de caminhar por ruas de pedra entre casas do período otomano. Desfrute de um almoço turco completo ao ar livre antes de voltar ao porto — sentindo que viu muito mais que ruínas.
A manhã não começou exatamente como eu planejava — esqueci meu chapéu no navio e lá estava eu, com os olhos apertados pelo sol, quando encontramos nosso guia do lado de fora do porto de Kusadasi. Ele sorriu e me entregou um chapéu reserva (“O sol turco é traiçoeiro”, disse), e assim partimos para Éfeso. A viagem foi rápida, mas eu não parava de olhar pela janela para as oliveiras e aquelas pequenas barraquinhas de chá à beira da estrada. O ar tinha um cheiro leve de poeira misturado com algo doce — talvez flores silvestres? Difícil dizer com as janelas abertas.
Éfeso é… bom, tem uma vibe antiga que é difícil de explicar. Nosso guia, Cem, parou perto da Biblioteca de Celso e mostrou algumas inscrições — piadas romanas antigas, pelo visto. Gostei desse detalhe. Tinha bastante gente, mas isso não atrapalhava; dava para ouvir os pássaros por cima do burburinho. Quando entramos no Grande Teatro, Cem pediu para fecharmos os olhos por um instante e sentirmos como o som ecoa ali. Não esperava por essa experiência. O mármore sob os pés estava quente e escorregadio, o que me fez andar mais devagar — talvez tenha sido melhor assim.
Depois de Éfeso, seguimos por colinas verdes até a vila de Sirince. O ar mudou — ficou mais fresco, com cheiro de lenha queimando por perto. Sirince é cheia de casas tortas e parreiras que se enroscam nas portas; os moradores acenavam das varandas ou nos cumprimentavam (tentei dizer “merhaba”, mas acho que soou meio errado). O almoço foi num pátio sombreado: carne grelhada, montes de meze, salada fresca e pão que soltava vapor quando rasgado. Alguém serviu vinho de frutas em copinhos — ao mesmo tempo azedo e doce — e Li riu quando tentei adivinhar qual fruta era (ainda não sei). Vimos uma mulher trançando seda à mão; os dedos dela se moviam tão rápido que eu não conseguia acompanhar.
Quase pulei a degustação de vinhos, mas acabei adorando — a dona da vinícola contava histórias de cada garrafa como se fossem velhos amigos. Voltando para o carro, percebi que não tinha olhado o celular o dia todo. Tem algo nesses lugares — as pedras de Éfeso sob seus pés, os cantinhos tranquilos de Sirince — que fica na memória mais do que você imagina.
Sim, a reserva é exclusiva para viajantes que chegam pelo porto de Kusadasi em navios de cruzeiro.
A viagem de carro do porto de Kusadasi até Éfeso dura cerca de 25 a 30 minutos.
Você verá a Biblioteca de Celso, Banhos Romanos, Templo de Adriano, Rua de Mármore, Ágora, Grande Teatro e outros pontos históricos.
Sim, o almoço turco completo com carnes grelhadas, mezes, salada e pão está incluso na vila de Sirince.
Sim, há uma degustação de vinhos em uma vinícola local, com vinhos de frutas típicos de Sirince.
Sim, você terá tempo livre para comprar vinho, azeite de oliva ou artesanato antes de retornar.
Sim, seu motorista particular garante o retorno pontual ao porto de Kusadasi para o embarque.
Sim, o ingresso sem fila está incluído para você evitar esperas na entrada de Éfeso.
Seu dia começa com o traslado no porto de Kusadasi por seu guia e motorista particulares. Com ingresso sem fila, você entra rapidamente nos principais pontos de Éfeso antes de seguir para a vila de Sirince, onde desfruta de um almoço turco tranquilo com pratos grelhados e saladas frescas. A degustação de vinhos em uma vinícola familiar está inclusa antes do retorno confortável e no horário ao seu navio.


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