Você vai pedalar pelos bairros de Taipei enquanto os moradores começam o dia: provando pratos tradicionais no café da manhã, passando por mercados e templos como Longshan e a Rua Dihua, e ouvindo histórias do seu guia. Prepare-se para muitas paradas para comer, tirar fotos e viver pequenos momentos que vão ficar na memória.
O passeio tem cerca de 4 horas, começando bem cedo.
Sim, um café da manhã tradicional taiwanês está incluído logo no início do passeio.
Você vai conhecer o Templo Longshan, a Rua Dihua, mercados locais e prédios históricos como o Edifício do Escritório Presidencial.
O ponto de encontro é na Taipei Bike Works: No. 9 Lane 70 Section 2 Chongqing N Rd., Distrito Datong.
O passeio inclui bicicleta e capacete, água, capa de chuva se precisar, guia que fala inglês, café da manhã e café ou chá.
Sim — o trajeto é quase todo plano, com paradas frequentes; indicado para a maioria das pessoas com mais de 12 anos.
Sim, mas no verão (julho a setembro) começa mais cedo por causa do calor; confira os horários ao reservar.
Seu passeio inclui bicicleta confortável e capacete, água durante o trajeto; um guia em inglês que acompanha cada parada; café da manhã tradicional taiwanês com café ou chá num local típico; capas de chuva disponíveis se precisar; e retorno ao ponto inicial antes do meio-dia.
Não esperava que meu primeiro contato real com Taipei fosse um copo de leite de soja quente numa lanchonete barulhenta, mas foi assim que o passeio de bike começou. A guia — acho que o nome dela era Annie — me entregou uma panqueca de ovo crocante antes mesmo de liberarmos as bicicletas. Era cedo, mas a cidade já pulsava com scooters e aquele cheiro de ervas vindo das barracas de rua. Tentei agradecer em mandarim; Annie sorriu e corrigiu gentilmente (provavelmente ainda errei).
Passamos por vielas estreitas, onde velhinhos jogavam xadrez na frente de pequenas casas de chá. O ar da manhã estava denso, mas ainda não pesado — dizem que o calor do verão só chega mais tarde. Nosso grupo parou em um templo taoísta escondido atrás de barracas de mercado, com incenso subindo até o teto. Annie contou sobre o deus da literatura, e uma senhora local colocou um amuleto de papel na minha mão. Guardei no bolso para dar sorte.
O pedal em si não foi difícil — terreno quase plano, com muitas paradas para olhar ao redor ou beber água. Passamos pelo Edifício do Escritório Presidencial (não esperava que tivesse um estilo tão... japonês), depois descemos a Rua Dihua, onde o cheiro mudou de ervas secas para doces fresquinhos. Alguém do grupo comprou frutas cristalizadas no palito; eu só fiquei observando os vendedores conversando em dialetos taiwaneses que eu não entendia. Na real, metade da diversão era só ver a vida acontecendo ao nosso redor.
Quando chegamos ao Templo Longshan, minha camiseta já estava grudada nas costas, mas nem liguei — estava ocupado vendo as pessoas jogarem blocos da sorte e servirem chá para estranhos. Annie também serviu um copo para cada um, rindo quando alguém tentou adivinhar que tipo de folha era (ninguém acertou). O passeio terminou na loja antes do meio-dia, com o sol alto iluminando os telhados de Taipei. Ainda penso naquele primeiro pedaço do café da manhã — talvez porque tenha sido como acordar em um lugar totalmente novo.

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