Comece o dia voando de balão sobre as pirâmides de Teotihuacan ao nascer do sol em um voo compartilhado, seguido de um brinde e certificado de voo. Aproveite um café da manhã em um restaurante dentro de uma caverna com opções veganas, depois explore as ruínas antigas com guia certificado e prove bebidas típicas locais.
O traslado acontece entre 4h10 e 6h, dependendo do horário escolhido e da localização dentro de 5 km do Angel de la Independencia.
Sim, o café da manhã está incluso em um restaurante exclusivo dentro de uma caverna natural perto de Teotihuacan, com várias opções, incluindo veganas.
Sim, a entrada está incluída junto com um tour guiado por um guia certificado pelos principais pontos, como a Pirâmide do Sol e da Lua.
Você terá café ou chá antes do voo, espumante para o brinde pós-voo e degustações de bebidas tradicionais mexicanas durante a visita cultural.
Sim, o transporte ida e volta do centro da Cidade do México está incluso; o desembarque é no Angel de la Independencia à tarde.
Essa atividade não é recomendada para gestantes ou pessoas com problemas sérios nas costas ou coração devido às exigências físicas para embarque no balão.
O passeio começa com o traslado pela manhã cedo e termina por volta das 15h, dependendo do trânsito na volta para a Cidade do México.
Sim, viajantes solo podem participar, pois os voos são compartilhados, salvo indicação contrária; lembre-se que os requisitos físicos valem para todos.
Seu dia inclui traslado do hotel ou Airbnb no centro da Cidade do México, todas as taxas do voo de balão com seguro durante o voo, café pré-voo com petiscos, voo compartilhado ao nascer do sol sobre as pirâmides de Teotihuacan, brinde com espumante e certificado personalizado ao pousar, café da manhã completo em restaurante natural dentro de caverna (com opções veganas), visita cultural guiada com degustação de bebidas tradicionais como pulque e mezcal com especialistas locais, ingressos para o sítio arqueológico de Teotihuacan com tour guiado pelos principais pontos como Pirâmide do Sol e da Lua, além do transporte de volta ao Angel de la Independencia na Cidade do México à tarde.
Confesso que acordar antes das 4 da manhã na Cidade do México parecia um erro no começo. Mas quando nossa van partiu para Teotihuacan, eu já estava completamente desperto — metade nervoso, metade animado. A nossa guia, Marisol, distribuiu café e biscoitos enquanto brincava sobre o “cabelo de balão” (que existe, sim). Quando chegamos ao local de decolagem, o céu estava só um pouco rosado e dava para sentir o cheiro da grama molhada no ar. A equipe do balão se movimentava rápido — cordas, queimadores chiando — tudo parecia meio surreal até que, de repente, estávamos flutuando. Não esperava que fosse tão silencioso lá em cima. Só o som ocasional do fogo e aquela lenta deriva sobre as pirâmides. A Pirâmide do Sol parecia quase delicada vista de cima.
Depois do pouso (e sim, tem um pequeno solavanco), brindamos com espumante — nada sofisticado, mas perfeito para aquele momento. Também ganhamos certificados de voo; o meu já está amassado dentro da mochila. O café da manhã veio em seguida: nos levaram a um restaurante dentro de uma caverna perto de Teotihuacan. O cheiro era uma mistura de terra e café. Pedi chilaquiles com ovos (o molho verde é picante, aviso logo). Tinha opção vegana também — Marta, que estava na nossa mesa, escolheu uma omelete de legumes e disse que estava ótima. A luz ali dentro era estranhamente bonita; passei metade do tempo olhando para o teto de pedra em vez do prato.
Depois, Marisol nos levou para conhecer artesãos locais que mostraram como esculpem obsidiana — as mãos deles eram tão firmes que tentei por dois segundos e quase deixei a ferramenta cair. Provamos pulque e mezcal (gostei mais do pulque, mas não conta pra Marisol). Entrar na zona arqueológica depois de ver tudo lá de cima foi outra experiência; tudo parecia maior de alguma forma. A guia nos levou por vendedores que ofereciam apitos de jaguar e explicou por que antigamente as pessoas subiam todos aqueles degraus da Pirâmide da Lua (hoje não é permitido). Já estava ficando quente, a poeira grudava nos meus sapatos, mas eu nem ligava.
Na volta para a Cidade do México, o clima era de silêncio — todo mundo meio dormindo ou olhando fotos no celular. Ainda penso naquela vista de cima de Teotihuacan quando o barulho aqui em CDMX fica demais. Se você tem um pouco de curiosidade sobre balões, lugares antigos ou como é tomar café da manhã no subsolo… esse dia vai ficar na sua memória também.

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