Você vai aproveitar Hierve el Agua antes da chegada das multidões, fazer trilha até as cachoeiras petrificadas com guia local, nadar em piscinas ricas em minerais com vista para os vales e almoçar em barracas rústicas próximas. Prepare-se para conversas reais, tortillas fresquinhas e momentos que vai lembrar por muito tempo.
São cerca de 1 hora e 30 minutos de van do centro de Oaxaca até Hierve el Agua.
Sim, você pode nadar ou relaxar nas piscinas naturais de água mineral assim que chegar.
Sim, todas as entradas e pedágios estão incluídos no preço da reserva.
Você vai almoçar em barracas locais perto de Hierve el Agua após a trilha e o banho.
Leve calçado confortável para trilha, roupa de banho se quiser nadar, protetor solar e dinheiro para lanches ou souvenirs.
Sim, o transporte é em veículo para 6 pessoas com ar-condicionado.
Os guias locais falam inglês e espanhol durante o passeio.
Seu dia inclui transporte com ar-condicionado saindo do centro de Oaxaca (com água mineral à disposição), todas as taxas de entrada para Hierve el Agua já pagas, uso de bastões de caminhada se quiser, acompanhamento de guia local bilíngue durante a trilha e o banho — e, para fechar, um almoço tranquilo em barracas próximas antes do retorno.
A primeira coisa que lembro é da luz — um dourado suave nas colinas enquanto saíamos de Oaxaca numa van que cheirava levemente a protetor solar e tortillas do dia anterior. Nossa guia, Ana, tinha um jeito de mostrar detalhes que a gente nem percebe: uma mulher varrendo a porta com uma vassoura de palha, cachorros dormindo nas entradas das casas. Ainda era cedo. Acho que metade do grupo mal tinha acordado quando chegamos em Hierve el Agua, mas ao sair da van, o silêncio toma conta — só o vento e os pássaros, sem multidões.
Não esperava que a água fosse tão gelada. Ana riu quando mergulhei os pés numa daquelas piscinas turquesa e fiz uma careta (ela disse que os locais juram que acorda mais que café). A trilha até as cachoeiras petrificadas não é longa — uns 20 minutos? —, mas parece outro mundo: sombras de cactos na pedra branca, o ar carregado de minerais. Dá pra ver quilômetros dali. Alguém tentou tirar uma foto do grupo, mas todo mundo piscava por causa do sol; até hoje lembro daquela vista quando estou preso no trânsito em casa.
Depois de nadar (ou melhor, brincar na água), Ana nos levou por barracas onde mulheres viravam tlayudas em comais quentes. O cheiro de massa e fumaça de lenha pairava no ar — meu espanhol é ruim, mas elas sorriram quando pedi. O almoço foi simples, mas perfeito depois da trilha em Hierve el Agua: queijo salgado, salsa fresca, tortillas ainda quentinhas da chapa. Ficamos por ali mais tempo do que o planejado antes de voltar para Oaxaca. Acho que ninguém queria ir embora ainda.

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