Prepare-se para explorar antigas florestas de cedros, visitar o museu de Gibran em Bcharreh e curtir a tranquilidade do Mosteiro de Kozhaya — tudo com um guia local amigável. Desfrute de um almoço típico libanês e relaxe enquanto alguém cuida do transporte para você aproveitar cada momento.
O tour dura o dia todo — cerca de 8 a 9 horas, incluindo o trajeto de Beirute e as paradas nos pontos turísticos.
Sim, o almoço está incluso — um menu fixo com mezze libanês, prato principal, fruta ou sobremesa e uma bebida não alcoólica em restaurante local.
Sim, todas as taxas de entrada para a floresta de cedros, Museu Gibran e Mosteiro de Kozhaya estão incluídas na reserva.
Sim, você terá um guia licenciado que fala inglês e francês durante todo o passeio.
Seu passeio inclui traslado de ida e volta do hotel em Beirute (somente hotéis na cidade), transporte confortável com WiFi, todas as entradas para os pontos visitados e um guia bilíngue especialista acompanhando você em cada parada. Na hora do almoço, aproveite uma refeição completa libanesa com bebidas — tudo organizado para você só curtir e explorar.
“Esse é o cedro mais antigo do bosque,” disse nosso guia, apontando para uma árvore que parecia ter testemunhado séculos de história. O ar aqui em cima era mais fresco que em Beirute, e dava para sentir o cheiro de pinho e terra enquanto caminhávamos pela trilha. Alguns troncos eram tão largos que precisei abrir os braços para abraçar só metade deles. O silêncio só era quebrado pelo canto dos pássaros e o som dos nossos passos na cascalheira.
Saímos cedo de Beirute, serpenteando por estradas de montanha até chegar em Bcharreh. O Museu Gibran fica numa encosta — lá dentro, manuscritos antigos e pinturas preenchem salas pequenas que parecem ainda vivas. Nosso guia contou histórias da infância de Gibran Khalil Gibran por ali, e isso fez seus poemas ganharem um significado todo especial. Do lado de fora, as casas se empilham nas ladeiras íngremes, com roupas secando ao vento.
Depois, visitamos o Mosteiro de Kozhaya, escondido num vale verde onde só se ouve o som distante de sinos e, às vezes, um galo cantando. As paredes de pedra são frescas ao toque, e dentro da capela há um leve aroma de incenso. Terminamos o passeio compartilhando mezze e carnes grelhadas num restaurante local — comida simples, mas um dos melhores pães que já provei. No fim da tarde, todo mundo trocava fotos no caminho de volta para Beirute, cansado, mas feliz.

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