Você vai caminhar sob pinheiros centenários em Miho no Matsubara com o Monte Fuji espiando ao fundo, subir de teleférico até o Santuário Kunozan Toshogu para vistas incríveis da baía, e ouvir histórias do seu guia local que fazem a história parecer bem próxima. Escolha seus lugares favoritos nesse tour flexível a pé — espere momentos de silêncio, risadas inesperadas e lembranças que ficam muito depois de deixar Shizuoka para trás.
O passeio dura cerca de seis horas e inclui 3 a 4 locais à sua escolha.
O encontro com o guia é a pé em uma área central de Shizuoka; não há traslado de carro incluso.
Sim, você pode selecionar os pontos que prefere a partir de uma lista na hora da reserva para montar seu roteiro.
Não, taxas como a do Santuário Kunozan Toshogu são pagas separadamente no local.
Sim, todas as áreas e meios de transporte são acessíveis para cadeirantes; carrinhos também são bem-vindos.
O guia é licenciado pelo governo e fala inglês, além de outros idiomas conforme disponibilidade.
Você verá o Monte Fuji de Miho no Matsubara, visitará santuários como Kunozan Toshogu, andará de teleférico e percorrerá rotas históricas.
Não inclui refeições, mas o guia pode indicar bons lugares para comer durante as pausas.
Seu dia inclui o encontro com um guia local licenciado que fala inglês, a pé, no centro de Shizuoka, além de um roteiro totalmente personalizável com 3 a 4 locais da lista recomendada — como a costa de pinheiros de Miho no Matsubara ou o Santuário Kunozan Toshogu acessível por teleférico — com orientação amigável e bastante tempo para perguntas ou paradas espontâneas pelo caminho.
Confesso que reservei esse tour personalizado por Shizuoka & Shimizu principalmente pela chance de finalmente ver o Monte Fuji de perto — ou pelo menos mais perto do que pela janela do trem. Mas o que não esperava era me encantar tanto pelos pequenos detalhes: como nossa guia, Sato-san, já sabia onde tirar a melhor foto antes mesmo de eu levantar o celular, ou a sensação de silêncio sob aqueles pinheiros infinitos em Miho no Matsubara. A brisa do mar ali trazia um cheiro sutil de sal e cedro que me fez parar e simplesmente respirar fundo por um instante. Sabe aquele momento em que você percebe que está realmente ali?
Começamos caminhando pela antiga Estrada Tokaido, que me fez imaginar os viajantes de séculos atrás fazendo o mesmo trajeto (provavelmente com sapatos bem menos confortáveis). Sato-san contou histórias de samurais e poetas que passaram por ali — ela até me ensinou a dizer “pinheiro” em japonês (matsu), embora eu ache que minha pronúncia tenha feito ela rir. A palavra-chave desse passeio é, sem dúvida, “vista do Monte Fuji”, mas não se trata só de tirar aquela foto de cartão-postal; é sobre os detalhes, como ver a Baía de Suruga se estender sob a montanha ou perceber os locais fazendo uma reverência silenciosa no Santuário Kunozan Toshogu.
O teleférico até o Santuário Kunozan Toshogu foi mais divertido do que eu imaginava — uma sensação de flutuar sobre os campos de chá e telhados verdes e dourados sob a luz da tarde. O santuário é super colorido de perto, com entalhes por toda parte e o aroma do incenso no ar. Tem também um pequeno museu com armaduras e capacetes da época Tokugawa; é fácil se perder imaginando como era a vida naquela época. Em um momento, sentei num banco olhando para a Península de Izu, descansando as pernas enquanto Sato-san conversava com outro visitante sobre festivais locais (peguei só metade, mas me senti parte da conversa).
Se você pensa em fazer um passeio estilo Machu Picchu em Cusco — sabe, tentando ver tudo correndo — esse não é o clima. Aqui é mais devagar, para prestar atenção nas coisas: crianças praticando beisebol perto do Parque do Castelo de Sumpu, ou a luz mudando no Monte Fuji quando as nuvens passam. Escolhemos três pontos para nossa caminhada de seis horas (você pode escolher os seus), e no fim, meus pés estavam cansados, mas a mente leve daquele jeito que só uma viagem consegue dar.
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