Você vai explorar santuários em meio às árvores, encontrar cervos que fazem reverência no parque, ficar frente a frente com o Grande Buda de Todai-ji e terminar o dia com um almoço e oficina de furoshiki cheios de risadas. Um passeio que vai além das lembranças—talvez até um jeito novo de amarrar as coisas.
O passeio cobre vários pontos em um dia; a duração exata depende do ritmo do grupo, mas espere cerca de meio período incluindo o almoço.
Sim, inclui um almoço japonês tradicional com arroz fresquinho e legumes sazonais de Nara.
Você participa de uma oficina prática onde aprende a técnica tradicional japonesa de embrulho com tecido e leva seu próprio furoshiki para casa.
Sim, todas as entradas para templos e santuários estão inclusas no preço do tour.
Não, o grupo é guiado por um guia local que fala inglês durante todo o passeio.
Sim, encontrar e interagir com os famosos cervos do Parque de Nara faz parte da experiência.
O trajeto a pé é acessível para todos os níveis; recomendamos usar calçados confortáveis.
O ponto de encontro é acessível por transporte público; não há serviço de busca no hotel, mas os locais visitados ficam no centro de Nara.
Seu dia inclui as entradas para todos os templos e santuários visitados, um guia local que fala inglês e compartilha histórias pelo caminho, uma oficina prática de furoshiki com tecido para você levar, além de um almoço japonês tradicional com arroz fresquinho e legumes da estação, antes de voltar juntos pelas ruas históricas da cidade.
Não esperava começar meu dia em Nara desviando de um cervo bem insistente—culpa minha por segurar os biscoitos senbei tão baixos. Nossa guia, Emi, só riu e me deu outro biscoito (o segredo, pelo visto, é fazer uma reverência primeiro; os cervos retribuem!). O ar tinha um leve cheiro de cedro e pedra antiga enquanto caminhávamos sob as lanternas do Santuário Kasuga Taisha—centenas delas, algumas verdes de musgo. Emi contou a história do santuário enquanto um grupo de crianças com chapéus amarelos praticava suas próprias reverências perto dali. Havia uma calma especial naquele caminho cercado de árvores, mesmo com tantas risadas ao redor.
Depois seguimos para o Templo Todai-ji. Já tinha visto fotos do Grande Buda, mas estar ali, com os dedos de bronze gigantes acima da minha cabeça, foi outra coisa. O salão ecoava cada passo e tosse. O celular de alguém tocou sem querer e todo mundo parou por um instante (quase ri). Depois, paramos no Nigatsudo para ver a cidade de Nara lá de cima; estava um pouco enevoado, mas dava para ver os telhados se estendendo até onde a vista alcançava. Lembrei de pensar como tudo parecia antigo ali, mas não cansado—mais como... paciente?
Na hora certa, veio o almoço: arroz quentinho com legumes em conserva típicos de Nara e uma sopa de missô que parecia feita pela avó de alguém. Sentamos em tatames numa casinha perto do bairro Naramachi. Foi ali que Emi nos ensinou a arte do furoshiki—o meu ficou meio torto, mas ela disse que tinha “personalidade”. O Li, do grupo, tentou falar “furoshiki” em japonês e todo mundo caiu na risada (ainda não sei se ele acertou). Saímos carregando nossos próprios panos—o meu ainda tem um cheirinho de arroz.
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