Você vai se juntar a um grupo pequeno na estação JR Nara e seguir de ônibus para explorar os cervos do Parque de Nara, o Grande Buda do Todai-ji e o santuário Kasuga Taisha — com histórias do seu guia local pelo caminho. Prepare-se para momentos de tranquilidade sob árvores antigas, risadas com o japonês atrapalhado e bastante tempo para passear depois do almoço.
Quase não cheguei a tempo na estação JR Nara — tem só uma catraca, mas mesmo assim acabei saindo pela saída errada primeiro. Nosso guia estava lá com uma bandeirinha branca que parecia feita à mão. Éramos uns oito, todos meio sonolentos com a luz da manhã. Pegamos um ônibus local (passagem já garantida) e seguimos para o Parque de Nara. A cidade parecia mais tranquila que Kyoto — dava até pra ouvir o som dos próprios passos no chão.
O que mais me marcou foi o cheiro — meio de grama, mas também um pouco doce por causa dos petiscos que a galera levava pros cervos. Eles estavam por toda parte, andando como se fossem donos do lugar. Um deles até cutucou minha mochila (não tinha biscoito, desculpa amigo). A Yuki, nossa guia, explicou por que os cervos são sagrados aqui — algo sobre eles serem mensageiros dos deuses — e mostrou como diferenciar os portões dos santuários xintoístas dos templos budistas. Tentei decorar, mas acabei distraído com um filhote mastigando o mapa de alguém.
O templo Todai-ji é enorme. Você entra e sente um silêncio, mesmo com turistas falando em seis línguas diferentes. A estátua do Grande Buda é simplesmente gigante. Bronze frio sob a luz quente que entra pelas vigas de madeira antigas. A Yuki contou como ele resistiu a terremotos e incêndios; não sei por quê, mas isso ficou mais na minha cabeça do que as fotos. Depois seguimos para o santuário Kasuga Taisha, onde tudo fica coberto de musgo e lanternas penduradas dão um ar misterioso, mesmo de dia.
O grupo se dispersou depois que terminamos no templo Kofukuji (ou melhor, no que dá pra ver — a pagoda está em reforma até 2031). Alguns foram almoçar; a Yuki deu as dicas sem pressa. Eu só sentei num muro de pedra por um minuto, vendo um cervo cochilar na sombra. Não foi perfeito — meus pés doíam e eu com certeza errei no “arigatou gozaimasu” — mas até hoje lembro daquele momento de paz antes de voltar pra estação.
O passeio dura cerca de 3 horas e geralmente termina por volta das 13h.
O ponto de encontro é logo na saída das catracas da estação JR Nara — não na estação Kintetsu Nara.
Não há serviço de busca em hotel; você encontra o guia na estação JR Nara e segue de ônibus junto para o Parque de Nara.
A entrada para o Grande Buda no templo Todai-ji já está inclusa no preço do tour.
Sim, mas algumas trilhas de cascalho ou degraus podem exigir que você carregue o carrinho ou tenha um pouco mais de cuidado.
É um tour em grupo; você vai estar com outros viajantes.
Sim, é bem provável que você encontre muitos cervos soltos pelo Parque de Nara.
Se você chegar atrasado na estação JR Nara depois do horário de saída, infelizmente não poderá participar, pois o grupo sai pontualmente.
Seu dia inclui passagem de ônibus só de ida da estação JR Nara até o Parque de Nara, caminhadas guiadas pelo templo Todai-ji (com entrada para o Grande Buda), santuário Kasuga Taisha, paradas sazonais pelo parque, além de ajuda amigável com dicas para o almoço ou para seguir viagem no começo da tarde.


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