Você vai sentir o sal na pele enquanto navega pelas vilas da Costa Amalfitana em um barco privado, parando para nadar em enseadas escondidas e brindando com prosecco sob o céu aberto. Com um skipper local guiando seu passeio de Salerno ou Maiori até Positano ou Capri, cada momento é tranquilo — seja remando perto de Li Galli ou almoçando à beira-mar.
O passeio parte diariamente de Salerno, Vietri sul Mare, Maiori, Amalfi ou Positano.
Sim, você pode escolher o roteiro e as paradas ao longo da costa ou rumo a Capri.
Sim, há várias paradas para nadar em pontos cenográficos como Marmorata e as ilhas Li Galli.
Sim, há um aperitivo de boas-vindas com prosecco italiano, petiscos e água durante o passeio.
Não, o almoço não está incluído, mas o skipper pode reservar um restaurante à beira-mar se você quiser.
Você pode ficar o tempo que quiser na maioria dos lugares; o horário é flexível conforme sua preferência.
Sim, todos os hóspedes têm acesso a equipamentos de snorkel e toalhas de praia a bordo.
Bebês são permitidos, mas devem ficar no colo de um adulto durante o trajeto.
Seu dia inclui transporte flexível para embarque em Salerno ou cidades próximas na costa; todo o combustível; um skipper local simpático; uso de equipamentos de snorkel; acesso a prancha de stand-up paddle para explorar praias; toalhas de praia; música a bordo; além de aperitivo de boas-vindas com prosecco italiano, petiscos e água mineral antes de voltar para a terra firme quando quiser.
Abri os olhos ao som da água batendo suavemente no casco — nada alto, só aquele toque leve que acontece quando o mar está calmo, mas não parado. Tínhamos saído de Salerno há cerca de uma hora (perdi a conta depois do primeiro gole de prosecco), e nosso skipper, Antonio, já apontava as vilas coloridas agarradas às falésias. Lembro de passar por Vietri sul Mare — aquelas cerâmicas vibrantes por toda parte — e depois por Cetara, onde dava para sentir o cheiro de anchovas no ar se o vento mudasse. O sol estava quente, mas agradável, e aquele sabor salgado grudava nos meus lábios toda vez que eu sorria.
Antonio não tinha pressa. Em um momento, ele desacelerou perto de Marmorata para que pudéssemos pular na água — fria o suficiente para me fazer prender a respiração, mas tão cristalina que dava para ver meus dedos mexendo sob as ondas azul-esverdeadas. Minha amiga tentou remar em pé por uns cinco minutos antes de desistir e se jogar de volta nas toalhas do convés (ela diz que nunca foi muito habilidosa em nada que flutua). Passamos por Amalfi, com sinos tocando lá no alto da colina, e depois por Conca dei Marini, onde Antonio perguntou se queríamos que ele reservasse o almoço à beira-mar. Confesso que quase disse sim só para ter uma desculpa para ficar mais tempo com o cabelo molhado e comer algo com limão.
Se você escolher a opção Capri neste passeio privado de barco, haverá uma parada nas ilhas Li Galli — Antonio contou uma história sobre Ulisses e sereias que eu só lembro pela metade agora (algo sobre canto?). Nadamos de novo ali; embora eu geralmente fique tímida em águas profundas, me senti estranhamente segura com ele vigiando lá de cima. Depois, em Capri, o movimento era intenso, mas de um jeito bom: gente rindo em várias línguas, luz do sol refletindo nos barcos brancos como se alguém tivesse espalhado glitter por toda parte. Poderíamos ter ficado mais, mas às vezes a gente só quer mais mar do que terra.
Até hoje penso naquele último mergulho perto do Fiorde de Furore — as falésias tão próximas que tudo parecia ecoar. Uma música tocava baixinho de algum lugar atrás de nós (playlist do Antonio? Talvez pop italiano) e, por um instante, ninguém falou nada. É engraçado como o silêncio pode parecer cheio quando você está balançando num barco com pessoas que gosta. Se está pensando em reservar esse passeio privado pela Costa Amalfitana, saiba: não é sobre riscar pontos turísticos, e sim deixar a costa te desacelerar.

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