Saia de Sorrento para um passeio de barco em grupo pequeno por Capri, com histórias locais, grutas escondidas, paradas para nadar, bebidas e petiscos a bordo — além de tempo livre para explorar o centro animado de Capri ou simplesmente flutuar sob os penhascos. Um passeio tranquilo e pessoal, com momentos para guardar na memória.
O grupo é limitado a no máximo 12 pessoas.
Sim, o transfer do hotel em Sorrento está incluído.
Sim, há várias paradas para nadar ou fazer snorkel.
Sim, bebidas como refrigerante, cerveja, água e petiscos estão incluídos durante o passeio.
Não, a parada na Gruta Azul não está incluída por causa do tempo de espera longo.
Sim, você pode usar o equipamento de pesca para tentar pegar peixe do barco.
Sim, há banheiro disponível para os passageiros.
Sim, bebês podem participar (com carrinho) e o passeio é adequado para todos os níveis de preparo físico.
Seu dia inclui transfer do hotel em Sorrento, todas as taxas para navegar pelas famosas grutas e costa de Capri (com paradas em Marina Piccola e Faraglioni), bebidas como refrigerante e cerveja, petiscos a bordo, equipamento para snorkel se desejar — e um skipper local experiente contando histórias durante o passeio, com retorno seguro ao porto.
“Viram aquela pedra? Parece um gigante dormindo,” disse nosso skipper assim que deixamos Sorrento para trás. Eu ainda estava meio sonolento, segurando meu café, mas o cheiro do mar me despertou rapidinho. Éramos só dez no barco — ninguém disputando espaço, só uma mistura de sotaques e cheiro de protetor solar. O mar estava mais calmo do que eu esperava. Alguém apontou para uma linha de pesca atrás da gente e brincou que era para pescar o almoço. Nosso guia, Marco, sorriu e prometeu lendas — e não estava brincando.
Primeiro, chegamos perto da Gruta Branca. A luz do sol refletia na água de um jeito estranho — tudo parecia brilhar em tons de azul e verde lá embaixo. Marco contou sobre pescadores antigos que acreditavam que espíritos moravam nessas cavernas. Fiquei olhando para as estalactites mais tempo do que devia; pareciam velas derretidas. Em Marina Piccola, alguns pularam direto na água (fria, mas nada chocante), enquanto eu fiquei só observando até me arrepender — e acabei entrando também. Dá para sentir cheiro de frutas cítricas lá de cima e ouvir risadas ecoando nas pedras.
Os arcos dos Faraglioni pareciam ainda maiores de perto do que nas fotos — tentei tirar uma foto, mas só consegui dedos borrados na lente. Marco abriu uma garrafa de prosecco para um brinde ali mesmo, algo meio inesperado, mas perfeito. Não paramos na Gruta Azul (Marco explicou que a fila pode durar horas), mas, para mim, passar flutuando sem multidão foi melhor. O centro de Capri estava cheio, mas acolhedor; me perdi procurando sorvete e acabei conversando com um senhor vendendo limões maiores que minha cabeça.
Até hoje penso naquele banho sob os penhascos — como ficou tudo tão silencioso por um instante, com todo mundo flutuando e olhando para o céu. O dia inteiro teve um clima meio de sonho enquanto voltávamos pela costa de Sorrento, ouvindo mais histórias de pescadores e vendo a luz do sol dançar na água.
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