Você embarca num barco particular em Sorrento, Positano ou Nápoles com seu próprio skipper, passa pelos famosos Faraglioni e grutas de Capri, nada em águas cristalinas e petisca frutas frescas. Dá para explorar a ilha ou relaxar no convés — só você e seu grupo. É um daqueles dias para aproveitar sem pressa.
A duração é flexível, já que o passeio é privado; você escolhe o horário e o ritmo.
Sim — há opções de pickup em hotéis de Sorrento ou encontro direto com o skipper no porto de Positano ou Nápoles.
Sim — são várias paradas para nadar e fazer snorkel nas grutas de Capri.
Sim — petiscos, frutas, água mineral, refrigerantes, vinho, prosecco e cerveja estão incluídos.
É possível parar na Gruta Azul; a entrada custa €18 por pessoa e é paga localmente.
O Gozzo Jeranto 900 Open acomoda até 12 passageiros com conforto.
O pickup no hotel é só para quem fica em Sorrento; nos outros portos o encontro é no cais.
Toalhas estão no barco; leve protetor solar, roupa de banho e talvez uma câmera (só cuidado para não deixar cair!).
O dia inclui pickup no hotel em Sorrento (caso contrário, encontro no porto de Positano ou Nápoles), um skipper que fala inglês e conhece cada cantinho de Capri, todas as bebidas (vinho, prosecco, cerveja), água mineral e refrigerantes, além de petiscos e frutas durante o trajeto. Toalhas de praia estão disponíveis após cada mergulho, para você voltar com a pele salgada e o sorriso cansado.
“Espera, essa água é mesmo dessa cor?” soltei sem nem pensar. Acabávamos de sair do porto de Sorrento e meu cabelo já grudava na testa com o ar salgado — nosso skipper, Marco, sorriu e disse que perto de Capri fica ainda melhor. O barco (Gozzo Jeranto 900 Open, ele falou, como se a gente entendesse) parecia firme e bem aconchegante, nada luxuoso, mas perfeito para o nosso grupo. Tinha uma cesta com bebidas geladas e toalhas com um cheirinho leve de protetor solar — um detalhe simples, mas que me fez sorrir.
Eu já tinha ouvido falar dos Faraglioni há tempos, mas passar por entre eles é outra coisa — um silêncio toma conta enquanto todo mundo olha para aquelas enormes pedras. Marco diminuiu a velocidade para a gente tirar fotos (quase deixei o celular cair — talvez foi o Prosecco). Ele apontou a Marina Piccola e uma villa na beira do penhasco que parecia cena de filme antigo. Paramos perto da Gruta Verde para um mergulho; a água estava fria no começo, mas logo ficou perfeita, toda brilhando em tons de verde e azul. Sinceramente, não queria voltar pro barco.
A Gruta Azul estava cheia — Marco avisou que tem fila, então só ficamos por perto, vendo os barquinhos sumirem lá dentro enquanto ele distribuía mais petiscos. Alguém tentou falar “Grotta Azzurra” em italiano e quase destruiu a palavra; Marco riu tanto que quase derrubou a cerveja. Depois tivemos tempo livre em Capri (o gelato na Piazzetta é mesmo tudo o que dizem), mas o que mais ficou na minha memória foi deitar no convés depois do mergulho, ouvindo vozes distantes e o som das gaivotas. No caminho de volta para Sorrento, com cabelo molhado e sal nos lábios, me peguei pensando como tudo parecia tão simples e leve naquele dia.

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