Você vai sentir a névoa fresca no rosto na cachoeira Godafoss e ouvir histórias do guia local enquanto explora os vales selvagens do norte da Islândia. Dá tempo para fotos e momentos tranquilos perto da água antes de voltar pelas estradas da montanha rumo a Akureyri — com uma última parada para apreciar a vista da baía, que pode ficar na memória mais do que as fotos.
O passeio dura cerca de 2,5 a 3 horas no total, incluindo o trajeto do porto de Akureyri.
Sim, o transporte do porto de Akureyri está incluído para os hóspedes de cruzeiros.
Você terá cerca de 45 minutos para explorar a cachoeira durante o passeio.
Sim, é adequado para todos os níveis de preparo físico e bebês podem ir em carrinhos.
O roteiro passa pelo Vale Fnjoskadalur e faz uma parada num mirante em Akureyri com vista para a Baía Eyjafjordur.
Sim, um guia local acompanha o grupo durante todo o passeio.
Na volta, seguimos por estradas e vales nas montanhas, com uma parada num mirante em Akureyri antes de retornar.
Seu dia inclui transporte confortável de ônibus saindo do porto de Akureyri, com guia durante todo o passeio — além de tempo para explorar a cachoeira Godafoss, atravessar vales e estradas de montanha e fazer uma pausa para fotos com vista panorâmica de Akureyri antes de voltar para o navio.
“Essa é a cachoeira dos deuses”, disse nosso guia, mas eu ainda tentava pronunciar Goðafoss (esse “ð” sempre me confunde). A viagem desde o porto de Akureyri não foi longa — uns 40 minutos, talvez? — mas parecia que tínhamos entrado em outro mundo. Patches de neve grudavam nas colinas mesmo sendo julho, e o ar tinha um frescor cortante. Quando finalmente descemos do ônibus, dava para ouvir Godafoss antes de ver — um rugido baixo que ficava mais forte conforme nos aproximávamos. Névoa por todo lado e aquele cheiro gelado de rio. Tentei tirar fotos, mas acabei só admirando. Alguém ao meu lado comentou que parecia cena de uma saga.
Ficamos cerca de 45 minutos na cachoeira, tempo suficiente se você não estiver com pressa (embora eu sempre queira mais cinco minutos). Nosso guia contou como os chefes jogavam as estátuas dos antigos deuses nessas águas quando a Islândia virou cristã. Fiquei imaginando esse momento enquanto observava o arco d’água caindo com força. Tinha famílias com carrinhos de bebê e idosos também — cada um encontrava seu cantinho de paz. Um casal até sentou numa pedra para comer Skyr; não sei por quê, mas isso me fez sorrir.
Na volta, não pegamos exatamente o mesmo caminho — passamos pelo Vale Fnjoskadalur, que o guia pronunciava tão rápido que desisti de acompanhar. A paisagem mudava o tempo todo: campos verdes, encostas rochosas e, de repente, uma vista enorme da Baía Eyjafjordur com montanhas dos dois lados. Em um momento, alguém apontou umas ovelhas lá no alto da colina (como elas chegam lá?). Paramos num mirante em Akureyri antes de voltar para o porto — a cidade toda se estendia abaixo, com seus telhados vermelhos. Estava mais silencioso do que eu esperava; talvez todo mundo estivesse só absorvendo a paisagem.

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