Você vai passear entre macacos na reserva de Ubud, caminhar pelos terraços de arroz de Tegalalang com explicações detalhadas do guia, nadar ou molhar os pés em uma cachoeira escondida e terminar assistindo às orações no templo Tirta Empul antes de voltar para o hotel com histórias novas — e provavelmente os sapatos sujos.
A primeira coisa que me vem à mente é o som — algo entre tagarelar e risadas — que ecoava pelas árvores quando entramos na Floresta dos Macacos em Ubud. Nosso guia, Dewa, sorriu e me entregou um pedacinho de banana (“segure ela bem aberta,” disse). Já tinha visto fotos, mas não esperava me sentir tão observado por tantos olhos brilhantes. O ar tinha um cheiro de verde, se é que isso faz sentido — folhas úmidas e incenso vindo de um dos pequenos altares escondidos entre as raízes. Tentei não me assustar quando um macaco passou roçando minha perna. Dewa nos contou sobre os três templos ali dentro; apontou detalhes nas esculturas que eu jamais teria notado sozinho.
Depois seguimos para os Terraços de Arroz de Tegalalang. Fica a uns 20 minutos do centro de Ubud, mas parece mais longe — de repente você está olhando para aquelas escadas verdes esculpidas na encosta. Caminhamos pela beirada (escorreguei uma vez na lama, o que arrancou risadas de algumas crianças locais que passavam). O lugar estava silencioso, só se ouvia os pássaros e alguém cantando ao longe. Dewa explicou como funciona o sistema de irrigação Subak — chamou de “democracia da água”, o que me fez sorrir. Até hoje aquela vista me acompanha quando fecho os olhos.
Almoçamos em um restaurante de bambu com vista para mais selva do que eu imaginava ser possível. O mie goreng veio com uma pimenta tão forte que meu nariz escorreu (fingi que não percebi). Uma brisa suave balançava tudo ao redor. Depois seguimos para a Cachoeira Ulu Petanu — um pouco escondida, é preciso descer alguns degraus irregulares. A água estava fria, mas limpa; molhei os pés enquanto outros se aventuravam a nadar de verdade. Sem multidões, só nós e o som da água batendo nas pedras.
O último ponto foi o Templo Tirta Empul — havia fila para as fontes sagradas, com locais e turistas. Você pode participar ou apenas observar, como eu fiz; há algo de tranquilo em ver todo mundo se movendo devagar pelas piscinas, com as mãos juntas em oração. Dewa mostrou como as pessoas levam pequenas oferendas embrulhadas em folhas de bananeira. Já era fim de tarde e a luz atravessava as árvores daquele jeito suave típico de Bali — sabe como é? Voltamos em silêncio, cansados, mas com o coração cheio.
O passeio dura quase o dia todo, incluindo o traslado; o trajeto entre o sul de Bali e Ubud leva cerca de 90 minutos em cada direção.
Sim, o almoço está incluso em um restaurante de bambu com opções indonésias, balinesas e ocidentais.
As taxas de entrada estão incluídas se você escolher essa opção no momento da reserva.
Sim, você pode nadar ou apenas molhar os pés na Cachoeira Ulu Petanu durante o tour.
Sim, o traslado gratuito está disponível nas áreas de Seminyak, Kuta, Canggu, Nusa Dua, Jimbaran, Sanur e Ubud.
O motorista/guia fala inglês durante todo o tour privado.
Não, é opcional; você pode apenas observar ou explorar outras partes do templo, se preferir.
O tour é adequado para todos os níveis de preparo físico, mas há alguns degraus na cachoeira.
O dia inclui traslado do hotel em qualquer lugar do sul de Bali ou em Ubud, todas as taxas de entrada se selecionadas na reserva, água mineral durante todo o percurso, almoço em restaurante de bambu com vista para a selva (com menu local e ocidental), guia-motorista que fala inglês e conhece todos os atalhos — e, por fim, o retorno ao seu hotel ou vila após o pôr do sol.


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