Você começa cedo na vila de Sembalun com seu guia, atravessa campos e encostas íngremes até acampar na borda da cratera do Monte Rinjani, sobe ao cume para ver o nascer do sol com vista até Bali. Nada no Lago Segara Anak, relaxe nas águas termais e termine descendo pela floresta até a vila de Senaru — cansado, mas orgulhoso.
Já estávamos suando antes do café da manhã em Sembalun — tem algo no ar aqui, pesado, como se soubesse o que vinha pela frente. Nosso guia, Pak Dedi, distribuiu bananas e sorriu para minhas botas (“botas novas sempre machucam”, disse ele). O primeiro trecho pela campina aberta foi quase fácil — pássaros voando baixo, a grama roçando as pernas — mas no Pos 3 eu já contava cada passo. O almoço era arroz enrolado em folha de bananeira. Guardo mais o cheiro do capim-limão e da cebola frita do que o sabor. À noite, na borda da cratera, vimos as nuvens queimarem em rosa sobre a sombra do Rinjani. Quase não dormi; o vento batendo na barraca e as pernas tremendo da subida não deixaram.
Às 2 da manhã, ninguém fala muito. Só as lanternas balançando no escuro, botas pisando no cascalho vulcânico. A subida final é dura — três passos pra cima, dois escorregando pra trás — mas quando você chega aos 3726 metros, o sol abre um espetáculo sobre Lombok e Bali flutuando na névoa. Minhas mãos tremiam ao servir café da garrafa velha. A descida até o Lago Segara Anak parecia interminável, até que de repente você está à beira daquela água azul que parece mentira. Mergulhamos os pés cansados enquanto os carregadores preparavam o almoço (tentei dizer “terima kasih banyak” e provavelmente errei — Dedi só riu). As águas termais ali perto são sulfurosas e estranhamente relaxantes; o vapor envolvendo os rostos cansados de todo mundo.
Na última manhã na borda de Senaru, tudo era luz dourada e joelhos doloridos. O miojo do café da manhã nunca teve gosto tão bom — juro que essa vista muda tudo. A trilha descendo para a floresta estava escorregadia pela chuva da noite; macacos nos observavam lá no alto (pretos, raros, dizem). Cinco horas escorregando e tropeçando até, de repente, estar de volta entre motos e warungs na vila de Senaru. Fiquei pensando naquele vento frio no cume — e como tudo parecia tão pequeno lá de cima.
É uma trilha desafiadora, indicada para quem tem experiência ou está acostumado a caminhar cerca de 8 horas por dia em subidas e descidas.
Sim, o traslado do hotel em Senaru está incluído antes do início da caminhada.
Sim, todas as refeições e água potável são fornecidas durante o trekking.
O pacote inclui guia profissional, carregadores, equipamentos de camping (barraca, saco de dormir), refeições, taxa do parque nacional, traslado do hotel e transporte após o trekking.
A caminhada começa na vila de Sembalun e termina na vila de Senaru, na ilha de Lombok.
Sim, há tempo para nadar no Lago Segara Anak no segundo dia do trekking.
Sim, é possível tomar banho nas águas termais naturais próximas ao Lago Segara Anak após chegar lá no segundo dia.
Leve roupas e calçados adequados para caminhada; barracas e sacos de dormir são fornecidos pelos guias e carregadores.
O tour não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas na coluna ou no coração; é necessário ter preparo físico moderado.
Seu passeio inclui traslado do hotel em Senaru antes do amanhecer, guia local profissional e carregadores que cuidam das barracas, sacos de dormir, refeições (pense em pacotes de arroz comendo sentado à beira do lago), água potável e taxas do parque para cada dia no Rinjani. Ao terminar na vila de Senaru, eles te levam de volta para Senggigi, Mataram ou até o porto de Bangsal, caso seu próximo barco saia de lá.


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