Explore o Mercado Gwangjang com um guia local que cuida de todos os pedidos e traduções—sem dúvidas sobre o que pode comer. Prove mais de 11 pratos veganos e vegetarianos (como mandu cozido no vapor e panquecas crocantes), ouça histórias dos cozinheiros e experimente um shot de soju. Por algumas horas, você vai se sentir em casa—mesmo sem conseguir pronunciar metade do cardápio.
Sim—todas as mais de 11 degustações são totalmente veganas ou vegetarianas, sem carne, peixe, ovos, laticínios ou mel.
O passeio dura cerca de duas horas enquanto você caminha pelo mercado provando os pratos.
Não—não recomendamos para quem tem intolerância ao glúten ou alergias alimentares severas por risco de contaminação cruzada.
Sim—um guia local fluente em inglês acompanha todo o passeio e cuida da comunicação com os vendedores.
Sim—o valor inclui água engarrafada e pelo menos uma degustação de bebida, como soju vegano.
Bebês são permitidos, mas precisam ficar no colo de um adulto durante o passeio.
Sim—o mercado fica no centro de Seul e é fácil de chegar usando transporte público.
Seu dia inclui todas as degustações plant-based (pelo menos 11 pratos e bebidas), água engarrafada à vontade e um guia local que faz todos os pedidos em coreano para você não se preocupar com ingredientes ou idioma.
Quando conseguimos passar pela primeira barraca do Mercado Gwangjang, eu já tinha perdido a conta dos cheiros diferentes que me rodeavam—óleo quente, algo doce, um toque azedinho. Nossa guia, Minji, nos chamou para um banquinho minúsculo e distribuiu uns mandus de legumes bem recheados. Dei uma mordida e quase queimei a língua (clássico meu), mas valeu muito a pena. Ela contou que passou semanas conversando com cada cozinheiro dali, conferindo os ingredientes para garantir que tudo fosse mesmo vegano. Eu não fazia ideia do quanto isso podia ser complicado nos mercados de Seul.
Seguimos pelo labirinto, desviando dos locais carregando montes de verduras e dos vendedores que gritavam uns por cima dos outros. Em um momento, Minji pediu tteokbokki pra gente—bolinhos de arroz macios mergulhados num molho vermelho grudento que grudava em tudo. Perguntei se era realmente plant-based (velho hábito), e ela só sorriu: “Pode confiar.” Também teve panqueca crocante de feijão-mungo, quentinha direto da chapa, e um shot de soju vegano que desceu fácil demais pra hora do almoço. O barulho não parava—facas cortando, risadas, alguém gritando preços atrás da gente.
Acho que a melhor parte nem foi a comida (embora aquela última sobremesa doce tenha me surpreendido). Foi ver Minji conversando com as ajummas que tocavam as barracas—ela conhecia todo mundo pelo nome. Uma senhora até puxou minha manga pra me mostrar como mergulhar a panqueca direito; eu devia estar parecendo perdida, mas ela só sorriu. Mesmo se você não for vegano ou vegetariano, esse passeio pelo Mercado Gwangjang saindo do centro de Seul é diferente. Dá a sensação de fazer parte da vida local por algumas horas. Até hoje lembro daquela visão pelo corredor estreito—luzes piscando em tigelas de metal cheias de verduras—e como me senti satisfeita ao sair pra rua de novo.

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