Você vai provar o melhor da Concessão Francesa de Xangai com um grupo pequeno e um guia local que conhece cada prato escondido nas ruas — dos bolinhos de sopa à barriga de porco cozida lentamente e sobremesas frescas de manga. Prepare-se para cozinhas de bairro de verdade, risadas com novos sabores e, quem sabe, uma cerveja artesanal gelada enquanto a Xangai moderna se acende ao seu redor.
Você vai experimentar pelo menos 10 pratos diferentes durante o tour.
Sim, há opções vegetarianas disponíveis se você pedir com antecedência na reserva.
Inclui cerveja local ilimitada, refrigerante, água mineral e uma cerveja artesanal ao final.
O tour acontece na área da Concessão Francesa em Xangai.
Não, o ponto de encontro é em um local central próximo à estação de metrô South Shaanxi Road.
Sim, bebês são permitidos, mas precisam ficar no colo de um adulto durante o passeio.
As distâncias são curtas; todos os restaurantes ficam perto um do outro na Concessão Francesa.
O guia fala inglês fluentemente durante todo o tour.
Sua noite inclui degustações em quatro ou mais restaurantes seguros para sentar (com pelo menos 10 pratos), cerveja local ilimitada, refrigerante, água mineral, além de sobremesa e uma cerveja artesanal local para fechar — tudo guiado por um guia que fala inglês, em grupo pequeno na Concessão Francesa de Xangai.
Já estávamos todos apertados em uma mesinha quando nossa guia Li trouxe um prato de xiaolongbao. O lugar estava cheio de moradores locais — sem cardápio em inglês, só o burburinho do almoço e o barulho dos hashis. Li explicou como identificar os melhores bolinhos de sopa (algo sobre as dobras e como eles ficam no ponto certo), mas eu estava mais preocupado em não queimar a língua. O caldo dentro estava tão quente que quase queimava, mas aí vem aquele sabor de gengibre com carne de porco — entendi por que tanta gente é apaixonada por eles. Tentei falar “xiaolongbao” direito; Li riu e disse que eu parecia o tio dela de Anhui.
Depois disso, caminhamos por ruas arborizadas — com plátanos franceses formando sombra, enquanto scooters passavam ziguezagueando — e entramos num lugar onde o cheiro de óleo de cebolinha já anunciava o que vinha por aí antes mesmo de ver os noodles. Tem algo hipnotizante em ver os cozinheiros batendo a massa na janela da cozinha. Provamos pãezinhos fritos que eram crocantes de um lado e macios do outro; parece que fazer isso é quase uma tradição local. Também não esperava gostar tanto do curry — Xangai guarda essas pequenas surpresas culinárias escondidas entre paredes antigas e letreiros de neon.
Li insistiu para provarmos a barriga de porco (“Hong Shao Rou”, disse ela, como se fosse uma senha). É cozida lentamente por horas até ficar grudenta e doce — meus hashis escorregavam, mas ninguém ligava. A sobremesa foi um creme gelado de sagu com manga e pomelo numa lojinha pequena, comandada por uma senhora que chamava todo mundo pelo nome. Ela disse que nunca usa nada pronto; acreditei depois da primeira colherada. Terminamos a noite numa cervejaria local ali perto, tomando cerveja artesanal enquanto o neon piscava do lado de fora. A noite toda parecia um passeio entre histórias do velho Xangai e o que vem por aí para essa cidade — sabe como é?

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