Você vai caminhar silenciosamente por Mosi-oa-Tunya, guiado por especialistas, chegando a poucos metros dos rinocerontes brancos selvagens enquanto eles pastam. Ouça histórias locais, sinta seu coração acelerar perto deles e compartilhe risadas com seus guias antes de voltar com lembranças que ficam para sempre.
É possível chegar a até 10 metros dos rinocerontes brancos durante a caminhada guiada.
Sim, o passeio é indicado para todos os níveis de condicionamento físico, conforme as informações do tour.
Sim, cada grupo é acompanhado por um guia profissional e um guarda armado para garantir a segurança.
O máximo permitido é de dez pessoas por grupo durante a caminhada.
O passeio inclui transporte privado, água mineral, lanches e taxas de estacionamento.
Sim, o transporte privado normalmente inclui o serviço de busca no hotel.
Bebês podem participar, mas devem ficar no colo de um adulto durante o transporte.
Sim, há opções de transporte público perto da entrada do parque Mosi-oa-Tunya.
O seu dia inclui transporte privado do seu hotel até Mosi-oa-Tunya e retorno; água mineral e lanches são oferecidos durante o passeio; além disso, todas as taxas de estacionamento estão cobertas para você curtir os rinocerontes brancos sem se preocupar com nada.
É impressionante como tudo fica silencioso quando saímos do 4x4 em Mosi-oa-Tunya. O motor apaga e sobra só o som da natureza, nós dois guias — um na frente, outro atrás — e um silêncio que domina a savana. Eu ficava olhando para os meus pés, com medo de fazer barulho demais, e ao mesmo tempo me perguntando se realmente veria um rinoceronte de perto ou só uma sombra cinza ao longe. Nosso guia, Joseph, sussurrava histórias sobre o parque — como eles acompanham os rinocerontes brancos todas as manhãs. Ele tinha o hábito de parar no meio da frase para escutar os pássaros ou algum movimento no mato. Tentei imitar, mas só conseguia ouvir meu próprio coração batendo.
A caminhada não é longa — uns vinte minutos, talvez? Mas cada passo parecia especial. Teve um momento em que contornamos um grupo de árvores espinhosas e lá estavam eles: dois rinocerontes brancos, a menos de dez metros da gente. Um deles mexeu a orelha e nos olhou de lado. O ar estava seco e com cheiro de terra, e eu pensei como eles pareciam sólidos — como estátuas antigas que podiam se mexer a qualquer instante. Joseph fez sinal para ficarmos parados; falou algo baixinho em Bemba para o outro guia, que respondeu com um sorriso. Acho que eu também sorri demais — não consegui evitar.
Ficamos ali mais tempo do que eu esperava, ninguém falava muito, só Joseph explicando detalhes — a diferença entre rinocerontes brancos e negros (não é a cor, é o formato da boca), como às vezes dá para sentir o cheiro deles antes de ver, se o vento estiver a favor. Alguém perguntou se era seguro, e Joseph só assentiu: “É por isso que estamos aqui.” Pareceu verdade, sabe? Depois voltamos para o veículo, com as pernas meio bambas, talvez de nervoso ou de admiração (ainda não sei). A volta foi mais leve; até os pássaros pareciam cantar mais alto.
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