Você vai mergulhar nas águas cristalinas do sul de Phu Quoc em grupo pequeno, guiado por locais que entendem tudo de recifes. São dois pontos secretos para snorkel, escolhidos conforme o dia, com todo o equipamento incluso, além de frutas frescas e bebidas numa ilha tranquila depois do mergulho. É uma experiência leve, tranquila e cheia de memórias que você vai querer reviver devagar.
O dia inclui transporte em van com ar-condicionado saindo de pontos centrais de Phu Quoc, equipamento completo de snorkel (máscara, tubo, nadadeiras), guia profissional em inglês na água, água mineral durante o passeio e, após o mergulho, água de coco ou suco com frutas frescas da estação antes de voltar ao hotel relaxado (e provavelmente com areia).
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Ler todas as avaliações ›A van me buscou em Duong Dong no horário certinho — mal deu tempo de terminar meu café. Nosso guia, Minh, já estava contando piadas enquanto a gente seguia para o sul. Ele ficava checando o app do tempo e falando sobre “caçar a melhor luz” para os corais. Só entendi a importância disso depois. O grupo era só a gente, dez pessoas meio sonolentas mas curiosas, passando protetor solar que cheirava a coco e um aroma que até agora não sei o que era.
Paramos numa enseada calma, nada daquelas praias lotadas — só uns pescadores acenando dos barcos. Minh distribuiu o equipamento de snorkel (o meu serviu direitinho, coisa rara) e explicou rapidinho sobre correntes e o que ficar de olho debaixo d’água. Não sou nadador experiente, mas tinham cintos de flutuação e tudo ficou bem tranquilo. Quando entrei na água, ela estava mais fria do que eu esperava — quase um choque na pele — mas logo você se acostuma e tudo desacelera.
Perdi a noção do tempo flutuando sobre o Recife Meia Lua. Tinha uns cânions de coral, alguns parecendo xícaras antigas ou cérebros (Minh chamou um deles de “coral cacto”). Peixinhos pequenos nadavam para todo lado; alguém do grupo deu um grito de alegria quando um peixe-papagaio passou voando. Em certo momento, Minh apontou um trecho que chamou de “Montanha de Coral”, e eu tentei repetir em vietnamita — ele riu tanto que quase deixou a máscara cair. Lá embaixo é tão silencioso que só se ouve sua respiração, e às vezes você esquece que tem gente na superfície.
Depois, desembarcamos numa ilha minúscula, sem ninguém além da gente e umas sombras sob coqueiros. Serviram suco gelado (a de abacaxi ainda está na minha cabeça) e uma porção de manga fresca, mais doce do que qualquer coisa que já comi. Nada de fritura ou lixo plástico; Minh explicou que não cozinham com óleo ali para preservar a água limpa para os corais. Ficamos descalços, curtindo o lugar até a hora de voltar, com cabelo cheio de sal. Sério, ainda penso naquela paisagem subaquática quando o barulho do dia a dia aperta.
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