Você vai navegar pelas águas mais calmas de Lan Ha e Ha Long Bay de barco e caiaque, explorar cavernas escondidas, nadar em praias desertas e conhecer os moradores da vila de pescadores Cai Beo. Com almoço a bordo e traslado incluído, esse passeio de um dia traz surpresas que você vai lembrar muito depois de voltar para casa.
Sim, o traslado do hotel está disponível em Cat Ba ou Hanoi antes de seguir para o píer de Beo.
O grupo é limitado a no máximo 35 pessoas por barco para garantir uma experiência mais tranquila.
Você vai fazer caiaque pelas cavernas, nadar em praias isoladas, visitar a vila de pescadores Cai Beo, conhecer uma fazenda de peixes e almoçar a bordo.
Sim, todas as taxas de entrada, aluguel de caiaque e equipamentos de segurança estão inclusos na sua reserva.
Sim, o almoço é servido a bordo com opções de frutos do mar frescos, frango, legumes e pratos vegetarianos.
Bebês podem participar, mas precisam ficar no colo de um adulto; assentos especiais para bebês estão disponíveis se necessário.
Sim, há paradas para nadar em lagoas calmas e praias como a Praia das Três Pêssegos.
O passeio dura o dia todo, incluindo os traslados de Cat Ba ou Hanoi.
O seu dia inclui traslado do hotel em Cat Ba ou Hanoi (ou encontro no escritório), todas as taxas de entrada para os pontos em Lan Ha e Ha Long Bay, uso de caiaques com coletes salva-vidas e lanternas para explorar cavernas, equipamento para snorkel se quiser, e um almoço generoso com frutos do mar frescos (ou opções vegetarianas). Também servimos café e lanches no convés antes de voltar à noite.
O que mais me marcou foi a luz refletindo na água quando saímos de Cat Ba rumo à Baía de Lan Ha — um brilho prateado, com aquelas falésias de calcário parecendo que estavam ali esperando o dia amanhecer. Nosso guia, Hieu, sorriu ao distribuir os coletes salva-vidas (“Não se preocupe, você vai usar mais os braços do que isso”), e eu senti um cheiro salgado e adocicado vindo dos barcos de pesca ancorados na vila de Cai Beo. Passamos por casas sobre palafitas, onde uma senhora acenou com uma concha de plástico. Tentei retribuir, quase derrubando o celular na água — clássico eu.
Depois foi a vez do caiaque. A baía estava quase silenciosa, só o barulho dos remos e uma risada ecoando sob um arco de pedra. Entramos na Caverna do Morcego (Hieu chamou de “Hang Doi” — Li riu quando tentei falar em vietnamita), depois na Caverna Brilhante, onde tudo ficou verde e fresco. Um silêncio estranho tomou conta, parecia que até os pássaros seguravam a respiração. Em seguida, remamos até uma lagoa tão calma que dava para ver cada ondinha feita pelas nossas mãos. Não esperava me sentir tão pequeno ali, mas foi uma sensação boa.
O almoço no barco foi animado — barulho de hashis, Hieu contando histórias da infância perto de Cat Ba, pratos de peixe que pareciam ter pulado direto da baía para a mesa. Alguém perguntou se dava para nadar ali e Hieu só sorriu de novo (“Mais seguro que atravessar o trânsito de Hanoi”). Então pulamos no mar na Praia das Três Pêssegos — o choque da água gelada, depois só flutuar sob aquele céu azul enorme. Depois paramos numa fazenda de peixes flutuante; um senhor mostrou suas redes e brincou que turistas são mais fáceis de pegar que lulas. O sol começou a se pôr atrás do Ilhéu da Tartaruga, mas ninguém queria voltar ainda.
Até hoje lembro daquele momento no convés, tomando café e comendo bolo enquanto Cat Ba reaparecia no horizonte — todo mundo quieto pela primeira vez, só observando a água dourar. É engraçado como, mesmo cercado de estranhos em Lan Ha Bay, você pode se sentir em casa por um dia.
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