Você vai acordar rodeado pelas falésias de calcário de Halong & Lan Ha Bay, remar de caiaque por lagoas escondidas com guia local, se aventurar na culinária vietnamita (com muitas risadas) e relaxar na sua suíte com varanda privativa. Não é só luxo — é sentir que faz parte desse mundo calmo e único por um ou dois dias.
O cruzeiro oferece transfer de Hanoi ou Ninh Binh por um custo extra; seu guia ajuda com as malas se reservar.
Você vai remar de caiaque ou passear de barco de bambu em Lan Ha Bay, nadar ou usar a piscina flutuante, participar de aula de culinária vietnamita, e curtir karaokê ou pesca de lula à noite.
Sim — almoço, jantar e café da manhã são servidos no restaurante a bordo.
Sim — o cruzeiro é adequado para famílias; carrinhos de bebê são permitidos e há acessibilidade.
Cada cabine conta com varanda privativa e banheira para maior conforto.
O trajeto costuma durar entre 2h30 e 3h, dependendo do trânsito.
Não precisa ter experiência; os guias dão instruções e coletes salva-vidas são fornecidos.
O check-in na Marina de Tuan Chau é por volta das 11h30; o retorno acontece entre 11h30 e 12h do dia seguinte.
Sua viagem inclui guia em inglês durante todo o passeio, todas as taxas de entrada nas atrações de Halong & Lan Ha Bay, passeio de caiaque ou barco de bambu à sua escolha, acesso à piscina infinita e academia a bordo, além de uma suíte luxuosa com ar-condicionado, varanda privativa e banheira — todas as refeições de almoço até café da manhã antes do desembarque. Também há pesca de lula à noite, sessões de karaokê e aula de culinária vietnamita para completar sua experiência, com opções de transfer de volta para Hanoi ou Ninh Binh se desejar.
Ainda lembro do sabor do ar salgado quando embarcamos no Azura Cruise, na Marina de Tuan Chau — parecia spray do mar com um toque floral suave. Nosso guia, Minh, me entregou uma bebida de boas-vindas (gengibre com limão, gelada como pedra de rio) e sorriu quando tentei dizer “xin chào”. O barco era todo em madeira polida e vidro — confesso que não esperava uma sensação tão aberta. Navegamos pela Baía de Halong e, de repente, aquelas ilhas de calcário surgiam por toda parte, flutuando na névoa.
O almoço foi um desfile lento de pratos — principalmente frutos do mar, mas tinha uma delícia enrolada em folha de bananeira que Minh disse ser a favorita da avó dele. Depois de comer, fiquei um tempo na varanda, com os pés balançando para fora. O motor fazia um som suave lá embaixo e de vez em quando alguém ria lá da piscina. Mais tarde, remamos de caiaque na Lagoa Ao Ech; bati várias vezes nas manguezais porque controlar o caiaque é mais difícil do que parece (meu parceiro mandava melhor, mas não ficou se gabando — muito). A água tinha um cheiro meio verde. No pôr do sol, todo mundo se juntou no deck para o happy hour — cerveja local na mão — e tentei capturar aquela luz laranja no celular, mas nunca fica igual.
À noite, depois do jantar (vale destacar o porco caramelizado), participamos de uma aula de culinária onde eu quase estraguei os rolinhos primavera. Li, outra viajante de Singapura, riu tanto que quase deixou os hashis caírem. Depois começou o karaokê, mas saí cedo — queria um pouco de silêncio na varanda, só eu e as ondas escuras da baía lá embaixo. Na manhã seguinte, acordei cedo demais: a luz suave entrava pelas cortinas, alguém já praticava Tai Chi no solário, movendo-se como água. Antes do café, remamos pela Caverna Dark & Bright — o ar lá dentro era úmido e tudo ecoava nas paredes de pedra.
Na hora do check-out, parecia que tínhamos passado mais que uma noite fora. A equipe acenou para a gente na marina — Minh até deu um saquinho de balas de gengibre para meu parceiro levar de volta a Hanoi. É estranho como a gente se acostuma rápido a acordar cercado de água em vez de barulho de trânsito — ainda penso naquele primeiro suspiro do ar do mar ao sair do barco.

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