Você vai navegar pelos labirintos de calcário de Halong Bay e Lan Ha Bay, remar em lagoas escondidas, flutuar sob a Bright Cave com remadores locais e participar de uma aula de culinária vietnamita a bordo antes do pôr do sol dourar tudo. Não é só passeio — são pequenos momentos e surpresas que ficam na memória.
O Taliya Day Cruise dura cerca de 7 a 7,5 horas, do embarque ao retorno no Porto de Tuan Chau.
Se você reservar a opção de transfer da região de Halong ou de Hanói, o traslado está incluso; caso contrário, o ponto de encontro é na Marina de Tuan Chau às 9h45.
Você vai curtir caiaque ou passeio de barco de bambu na Bright Cave e na lagoa Ao Ech, além de uma aula de culinária e chances de nadar.
Sim, um almoço vietnamita fusion premium é servido no restaurante com ar-condicionado do barco.
Sim, opções vegetarianas, veganas, sem glúten e outras necessidades podem ser atendidas se avisadas na reserva.
Sim, há um guia em inglês durante todo o cruzeiro.
O embarque é no Bloco 36 da Marina Internacional de Tuan Chau, em Halong City.
O embarque começa entre 10h e 10h15; chegue até 9h45 se for por conta própria.
Sim, todas as taxas de entrada e visitas estão incluídas no preço da reserva.
Seu dia inclui traslado do hotel se selecionado (de Halong ou Hanói), todas as taxas de entrada para atrações de Halong Bay e Lan Ha Bay, almoço vietnamita fusion premium a bordo com opções para restrições alimentares, passeio guiado de caiaque ou barco de bambu na Bright Cave e lagoa Ao Ech, aula de culinária para aprender a fazer rolinhos primavera tradicionais, além de festa ao pôr do sol antes do retorno ao porto no início da noite.
Eu não esperava que a água tivesse aquele tom de verde. Nem azul, nem turquesa — algo mais suave. Quando embarcamos no Taliya Day Cruise na Marina de Tuan Chau, eu ainda estava meio sonolento da viagem, mas nosso guia (Minh? Acho que era esse o nome) nos ofereceu uma bebida de gengibre doce e sorriu como se fosse a primeira vez que via tudo aquilo também. As falésias de calcário já dominavam o horizonte antes mesmo de eu terminar meu copo.
O cruzeiro seguia devagar, a ponto de dar para ouvir os pequenos respingos na lateral do barco. Na hora do almoço (um peixe com capim-limão e rolinhos primavera crocantes), eu ficava olhando pelas janelas enormes enquanto o Minh apontava quais ilhas tinham histórias — uma parecia um dragão dormindo, se você apertasse os olhos. Ele contou que Ha Long Bay é uma das Novas Sete Maravilhas da Natureza, mas, para ser sincero, o melhor era ver a luz do sol dançando na água e ouvir as pessoas tentando pronunciar “Lan Ha” direito (eu falhei feio).
A próxima parada foi Bright Cave — uma pescadora local remava nosso barco de bambu entre aquelas estalactites baixas. Ela riu quando nos abaixamos cedo demais; os braços dela pareciam mais fortes que os meus jamais serão. Dentro da caverna, só se ouvia o som do remo raspando na pedra de vez em quando. Depois, na lagoa Ao Ech, tentei remar de caiaque por uns dez minutos antes de desistir e só flutuar, deixando as mãos passearem na água. O silêncio ali era diferente — parecia que ninguém esperava nada da gente.
De volta ao convés, um chef nos ensinou a enrolar rolinhos primavera vietnamitas (os meus desmancharam na hora). Alguém derrubou o molho, mas todo mundo só riu. O pôr do sol chegou enquanto ainda lambíamos os dedos — luz laranja sobre aquelas falésias selvagens — e Minh chamou aquilo de “hora dourada”. Pode parecer clichê, mas ele não estava errado. Às vezes, ainda penso naquela vista quando estou preso no trânsito da cidade.
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