Saia de Cat Ba para um cruzeiro de dia inteiro por Lan Ha Bay e Ha Long Bay—faça caiaque em cavernas escondidas, conheça pescadores locais na vila Cai Beo, nade em praias desertas como Ba Trai Dao e almoce no deck com novos amigos. Com guia local cuidando de tudo (inclusive traslado), você só precisa olhar para cima e aproveitar.
Não, mas o passeio começa com traslado do escritório na cidade de Cat Ba—inclui um curto trajeto de ônibus até o píer.
O passeio vai das 8h30 até cerca de 17h30–18h.
Não precisa—o caiaque é para todos os níveis, iniciantes inclusos.
Você pode escolher entre frutos do mar com carne mista ou opção vegetariana; o almoço é servido no barco.
Sim—paradas em praias como Ba Trai Dao para nadar e fazer snorkel estão no roteiro.
Não—tudo, incluindo equipamentos de caiaque e snorkel, está incluso na reserva.
Sim—o roteiro inclui visita à vila de pescadores flutuante Cai Beo para conhecer o dia a dia na baía.
Seu dia inclui traslado do escritório em Cat Ba com rápido trajeto de ônibus até o píer, todas as taxas e entradas pagas, uso de equipamento de caiaque (com lanterna e bolsa impermeável), equipamento de snorkel gratuito, além de uma garrafa grande de água por pessoa—e almoço a bordo com opções de frutos do mar com carne mista ou vegetariana antes do retorno no fim da tarde.
Partir de Cat Ba foi quase fácil demais—num instante estávamos caminhando pelo píer com nosso guia (Minh, que de alguma forma decorou todos os nossos nomes), e no seguinte já deixávamos o barulho para trás. O motor do barco fazia um som baixo e constante, mas o que ficou na memória foi o barulho da água batendo na madeira e aquele cheiro salgado de peixe perto da vila flutuante de Cai Beo. Minh apontou para um pescador consertando redes com o filho—ele acenou, mas logo voltou ao trabalho como se a gente não estivesse ali. Gostei disso.
Remar de caiaque por entre arcos de pedra foi mais difícil do que imaginei. Meu remo raspava no calcário e Minh só sorria, “Sem pressa.” Entramos num túnel onde o ar ficou mais fresco e tudo ecoava—uma risada se espalhava no escuro. Quando chegamos na Caverna dos Morcegos, só se ouvia o som de gotas caindo lá dentro, bem longe. Tentei imaginar como seria viver aqui o ano todo, cercado por água e penhascos enevoados. Dá uma sensação de pequenez em Lan Ha Bay.
O almoço no deck estava melhor do que eu esperava—talvez porque já tínhamos remado por horas ou porque o fruto do mar era fresquíssimo (o tofu também estava ótimo). Alguém começou a contar uma história sobre se perder no trânsito de Hanói e logo todo mundo compartilhava perrengues de viagem enquanto comíamos arroz. Depois, paramos na praia Ba Trai Dao para nadar; a areia era meio grossa sob os pés e juro que a água estava mais limpa que qualquer piscina. Minh nos ensinou a achar caranguejos minúsculos escondidos nas poças de pedra—ele riu quando pulei de susto de um deles. Tem algo em estar aqui que faz a gente esquecer do celular.
Na volta, passamos por cantos mais tranquilos de Ha Long Bay, entre ilhotas tortas que ninguém mais parecia notar. O sol já tinha se escondido atrás das nuvens e tudo ficou com uma luz mais suave, quase azulada. Chegamos em Cat Ba pouco antes das seis—cabelos ainda molhados, pele salgada, e todo mundo um pouco mais calmo do que antes. Às vezes um dia parece curto demais, mas muda algo dentro da gente—acho que é por isso que tanta gente volta.

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