Você vai explorar os vales de Cappadocia ao pôr do sol, tentar fazer cerâmica em Avanos, caminhar pelas ruas antigas de Éfeso com guia local e relaxar nas piscinas termais de Pamukkale — tudo com voos e hotéis organizados. Prepare-se para comida de verdade, histórias reais e momentos em que a Turquia parece ao mesmo tempo estranha e familiar.
O tour tem 4 dias, incluindo os voos entre as regiões.
Sim, o transfer do hotel e todos os traslados de aeroporto estão incluídos.
Sim, os três voos domésticos fazem parte do pacote.
O passeio de balão é opcional e depende do clima; nem sempre está disponível.
Você ficará em um hotel-caverna em Göreme (Cappadocia) e em um hotel 4 estrelas à beira-mar em Kusadasi.
Sim, todas as entradas estão cobertas durante os passeios guiados.
Sim, um almoço tradicional está incluído diariamente durante os passeios.
Bebês podem participar, mas devem ficar no colo de um adulto; cadeirinhas estão disponíveis se necessário.
Seu pacote inclui transfer diário do hotel, todas as entradas para lugares como o Museu a Céu Aberto de Göreme e as piscinas termais de Pamukkale, três voos domésticos com franquia de bagagem, passeios guiados com muitas histórias locais, hotéis confortáveis com café da manhã e almoço nos dias de passeio — antes de descansar ou seguir viagem.
Quando reservei esse tour pelos destaques da Turquia, não sabia bem o que esperar — só queria ver aquelas formações rochosas estranhas de Cappadocia e talvez flutuar em algumas fontes termais. Mas desde o começo, logo na saída sonolenta em Istambul (eles foram pontuais, mesmo eu mal acordado), percebi que seria mais do que só riscar pontos turísticos da lista. Nossa guia, Elif, distribuiu simit para o café da manhã no caminho para o aeroporto — ainda quentinho, cheio de gergelim. O voo foi curto, mas meu coração acelerou só de pensar no passeio de balão. Acabamos não fazendo (o tempo não ajudou), mas caminhar pelo Vale das Rosas ao pôr do sol compensou tudo. A luz mudava a cada minuto — ora dourada com um toque rosa, ora tudo mais vermelho e intenso. O cheiro de poeira e ervas silvestres estava no ar. Eu parava só para admirar.
No dia seguinte, acordamos cedo para o circuito do norte de Cappadocia. Tem algo especial em ver Göreme lá do alto — aquelas casas nas cavernas parecem até cenário de filme, tão surreais. Em Avanos, assistimos um oleiro moldar o barro com uma precisão que me deixou até desajeitado só de olhar; ele me deixou tentar e... digamos que meu pote virou uma obra de “arte abstrata”. Os almoços eram simples, mas deliciosos — muitos legumes grelhados e pão que você rasga com as mãos. O grupo era pequeno, e já na segunda noite no hotel em Kusadasi (à beira-mar, dava para ouvir as ondas se deixasse a janela aberta) todo mundo já trocava histórias.
Andar por Éfeso foi mais impactante do que eu imaginava — tem um eco especial quando pisa nas ruas de mármore, principalmente perto da Biblioteca de Celso. A guia contou como Paulo pregava ali (eu só lembrava pela metade da escola) e apontou detalhes que eu jamais teria notado. A Casa da Virgem Maria estava silenciosa, só com o canto dos pássaros; pessoas acendiam velas e sussurravam orações em vários idiomas. Na Mesquita Isa Bey, à tarde, um zelador local nos convidou a entrar mesmo depois da oração — ele sorria enquanto mostrava as colunas antigas de mármore.
Pamukkale no último dia foi surreal — as terrazas brancas são geladas no começo, mas vão esquentando conforme você avança. Flutuei na Piscina de Cleópatra entre colunas romanas caídas (a água tem um leve cheiro de minerais). As ruínas de Hierápolis estão espalhadas pelo local; dá para sentar nas pedras antigas e observar outros viajantes se refrescando. O sol estava forte — esqueci o protetor e meu nariz até queimou um pouco — mas valeu a pena só pela vista do vale antes de voltar para Istambul.
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