Você vai embarcar em um barco particular em Punta Cana com seu próprio capitão e ajudante, navegando pelo Atlântico para uma verdadeira pesca em alto mar—com equipamentos e bebidas geladas incluídos. Conte com a ajuda de quem conhece cada corrente, além de tempo para relaxar ou nadar depois de tentar pegar mahi mahi ou atum. Aqui o lance é menos o troféu e mais a emoção de fisgar algo selvagem.
A pescaria dura cerca de 6 horas (3/4 do dia).
Sim, o traslado do hotel em van particular está incluso no preço.
Você pode pegar marlim, atum, peixe-vela, dourado (mahi mahi) e outros.
O barco comporta até 6 pessoas por reserva.
Sim, há bar aberto com rum, cerveja, refrigerantes, água mineral e gelo.
Crianças acima de 6 anos são bem-vindas, desde que acompanhadas por um adulto.
Você recebe equipamentos de pesca de alta qualidade, iscas, varas reforçadas e todas as licenças necessárias.
Sim, há tempo para nadar ou relaxar na parte de trás do barco após a pesca.
Seu dia inclui traslado em veículo particular de qualquer lugar em Punta Cana, todos os impostos e taxas já pagos, uso completo de equipamentos pesados com iscas frescas fornecidas pelo capitão e ajudante (que cuidam de toda a logística), além de bar aberto com rum, cerveja, refrigerantes e água mineral—e tempo para nadar ou curtir o sol antes do retorno.
A primeira coisa que percebi ao subir no Sherlock 39 foi o cheiro da manhã misturando sal e diesel, nada ruim, só autêntico. Nosso capitão, Rafael, deu um aceno rápido—não é de muita conversa, mas conhece essas águas como a palma da mão. Mal saímos da marina, o ajudante Luis me entregou uma cerveja gelada. Aceitei mais para acalmar o coração. O Atlântico aqui é mais barulhento do que eu imaginava—ondas batendo no casco, as linhas cantando enquanto nos preparávamos para a pesca privada em Punta Cana. Tentei parecer que sabia o que estava fazendo (não sabia).
Depois de uma hora, Luis apontou uma linha de pássaros voando rente à água—disse que ali é onde o mahi mahi gosta de aparecer. Ele sorriu quando tentei falar “dourado” em espanhol; provavelmente falei errado, mas ele nem ligou. Quando o molinete finalmente gritou, tudo ficou em silêncio, só o meu coração batendo forte e as instruções calmas do Rafael no meu ouvido. A cadeira de briga parecia grande demais para mim, mas isso só tornou tudo melhor. Meus braços ainda doem só de lembrar. Pegamos um atum—não era um troféu, mas deu boas histórias depois.
Tinha rum se você quisesse (eu quis), além de água e refrigerantes gelados. Depois da pesca, ficamos à deriva e alguns pularam da prancha de natação—água mais quente do que eu esperava. Luis riu do meu jeito desajeitado de nadar, mas me jogou outra bebida mesmo assim. A luz do sol refletia por toda parte; o tempo parecia estranho ali, as horas passavam sem a gente perceber.
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