Comece em Praga com traslado no hotel e siga com guia local até Kutná Hora. Explore o intrigante Ossuário de Sedlec, visite a catedral gótica de Santa Bárbara e conheça pontos medievais de perto — todas as entradas inclusas. A estranheza silenciosa dos lustres de ossos fica na memória muito depois do passeio.
Sim, o traslado de ida e volta do hotel está incluído no seu tour privado.
Sim, as entradas para o Ossuário de Sedlec e a igreja de Santa Bárbara estão inclusas.
O trajeto costuma durar cerca de 1 hora de carro ou van, em cada sentido.
Sim, as opções de transporte são acessíveis para cadeirantes durante o passeio.
Sim, bebês e crianças pequenas podem ir em carrinho; assentos especiais para bebês estão disponíveis.
Sim, um guia privado acompanha você durante toda a visita em Kutná Hora.
Sim, há opções de transporte público próximas à maioria dos pontos do tour.
Seu dia inclui traslado privado no hotel em Praga, todas as entradas para o Ossuário de Sedlec, a igreja de Santa Bárbara e a igreja da Assunção de Nossa Senhora — um guia local acompanha você em cada parada antes de retornar confortavelmente ao hotel no fim do dia.
Cheguei atrasado no saguão — típico de mim — e o motorista só sorriu, como se já tivesse visto isso mil vezes. A viagem saindo de Praga foi tranquila no começo, a cidade dando lugar aos campos e aquele céu cinza típico da República Tcheca, sempre indeciso se vai chover ou não. Nossa guia, Jana, contou histórias sobre minas de prata e fortunas medievais enquanto eu tentava (e falhava) não cochilar por alguns minutos. Não esperava que Kutná Hora fosse parecer tão distante de Praga — como se cruzássemos uma linha invisível e de repente estivéssemos em outro século.
O Ossuário de Sedlec (a Igreja dos Ossos) foi... bem, ainda não sei bem como descrever. Não é assustador exatamente, mas ficar debaixo daqueles lustres feitos de ossos de verdade é algo que minha cabeça não conseguia processar direito. Jana explicou como os ossos foram parar ali — vítimas da peste, guerras, tudo empilhado — e apontou um brasão feito inteiramente de fêmures. Alguém sussurrou em alemão perto e o lugar ficou silencioso, como se até os turistas soubessem que não era hora de falar alto. Tinha um cheiro leve de cera de vela misturado com pedra antiga — meio reconfortante, de um jeito estranho.
Depois, caminhamos pelas ruas antigas de Kutná Hora. A catedral de Santa Bárbara parecia quase dramática demais contra o céu cinza; lá dentro, os vitrais lançavam cores estranhas nos rostos das pessoas, e uma garotinha não parava de rir do próprio reflexo no chão polido. O almoço não estava incluído, mas Jana nos mostrou uma padaria minúscula onde experimentei um tal de “koláč” — ela riu quando perguntei como se pronunciava direito (definitivamente não acertei). Meus sapatos ficaram encharcados numa poça perto da Casa da Moeda, mas, honestamente, isso só me fez prestar mais atenção onde pisava — aquelas pedras são escorregadias quando molhadas.

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