Você vai cruzar as vastas planícies do Masai Mara, seguindo leões, elefantes e búfalos com um guia local que conhece cada curva da estrada. Veja hipopótamos descansando no Rio Mara e almoce sob o céu aberto. Durma em um acampamento de tendas onde os sons da noite entram pelas paredes de lona. São três dias que fazem você se sentir pequeno e totalmente vivo.
A viagem leva cerca de 6 a 7 horas em cada trecho, incluindo paradas para fotos e almoço em Narok.
Sim, a hospedagem com pensão completa inclui todas as refeições conforme a opção escolhida na reserva.
Sim, o transfer do seu hotel ou aeroporto em Nairobi está incluso, com saída por volta das 8h no primeiro dia.
O objetivo é avistar todos os animais do Big Five (leão, elefante, leopardo, búfalo e rinoceronte), mas isso depende da sorte e do momento.
Usamos um jeep de safári adaptado para todos os transfers e passeios dentro do Masai Mara.
Sim, há uma visita opcional a uma aldeia Maasai antes do retorno a Nairobi; gorjetas são bem-vindas pelos moradores.
Você ficará em acampamentos de tendas ou lodges com camas grandes, roupas de cama, toalhas e banheiros privativos com água quente em horários programados.
Sim, é adequado para todos os níveis de preparo físico; bebês devem ficar no colo de um adulto durante o transporte.
Seus três dias incluem transfer do hotel ou aeroporto em Nairobi em jeep de safári, todas as taxas de entrada nos parques pagas antecipadamente para você não se preocupar com ingressos, hospedagem com pensão completa no acampamento ou lodge escolhido com banheiro privativo (água quente em horários programados), safáris diários guiados por um experiente guia local pelas melhores áreas de vida selvagem do Masai Mara — com paradas em pontos-chave como o Rio Mara — e almoço durante os dias de deslocamento antes do retorno a Nairobi.
O que mais me marcou foi o barulho do jeep passando pelo último trecho de estrada saindo de Nairobi — janelas abertas, poeira levantando, a playlist de alguém misturada com o canto dos pássaros. Nosso guia, Daniel, apontou o Monte Longonot na névoa (no começo mal dava para ver) e brincou que ele “está dormindo há mais tempo que a gente”. Paramos num mirante com vista para o Grande Vale do Rift e, sinceramente, fiquei ali um tempo sem saber o que dizer. O ar tinha cheiro de capim seco e diesel. O almoço em Narok foi simples — arroz com guisado de cabra — e tentei pedir mais pimenta, mas só ganhei um sorriso do cozinheiro.
Chegar ao Masai Mara foi diferente do que imaginei — parecia maior e mais silencioso, com um céu enorme e colinas que se perdem no horizonte. O acampamento de tendas tinha água quente em horários certos (que eu só entendi pela metade no começo), mas depois de um dia no jeep, o relógio perde a importância. Naquela tarde, partimos direto para nosso primeiro safári. Daniel viu os búfalos antes de todo mundo — ele tem um jeito de enxergar formas na grama que eu nunca consegui entender. Teve um momento em que ficamos olhando um grupo de elefantes caminhando devagar na luz dourada; todo mundo ficou em silêncio, só uma criança sussurrava “uau” baixinho.
O dia seguinte foi longo — saímos cedo, com piqueniques embalados em sacos de papel. Encontramos leões perto do Triângulo do Mara (não esperava ficar nervoso, mas meu coração acelerou quando eles olharam para a gente). No Rio Mara, os hipopótamos bufavam e espirravam água enquanto os crocodilos mal se mexiam nas margens lamacentas. Daniel contou sobre a época da migração; mesmo tendo perdido por algumas semanas, dava para ver onde os rebanhos tinham passado — a grama ainda estava amassada em alguns pontos. O almoço à beira do rio parecia mais gostoso do que devia — talvez porque estávamos com fome, ou porque tudo ali parece mais intenso.
Antes de voltar para Nairobi, tivemos a opção de visitar uma aldeia Maasai — hesitei, mas fui junto, tentando não me sentir deslocado enquanto aprendíamos sobre suas casas e danças (e claro, deixamos uma gorjeta). Na última manhã, arrumar as coisas foi estranho — queria mais um ou dois dias só para sentar fora da tenda e ouvir os pássaros acordando. A volta foi mais silenciosa; cada um parecia perdido nos próprios pensamentos ou admirando de novo aquelas planícies sem fim.
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