Você vai ver leões no Masai Mara, navegar pelo Lago Naivasha entre hipopótamos, observar flamingos no Lago Nakuru e acordar com elefantes sob o Kilimanjaro em Amboseli — tudo com guia local e clima de grupo. Prepare-se para acampamentos simples, comida honesta, risadas em mesas empoeiradas e momentos que ficam para sempre.
É um safari em grupo de 7 dias, começando em Nairobi.
Sim, o traslado do seu hotel em Nairobi está incluso às 8h do primeiro dia.
O safari passa por Masai Mara, Lago Nakuru, Lago Naivasha (incluindo Hell's Gate) e Amboseli.
Sim, o passeio de barco no Lago Naivasha faz parte do roteiro.
Você ficará em acampamentos com tendas e hotéis simples — básico, mas confortável.
Sim, o tour é adequado para todos os níveis de condicionamento físico, segundo o fornecedor.
Sim, as refeições descritas no roteiro diário estão incluídas.
É muito provável que você veja grandes manadas de elefantes, especialmente em Amboseli.
Sua semana inclui traslado diário do hotel em Nairobi em um Landcruiser aberto com água mineral sempre à mão; todas as entradas dos parques estão cobertas; tem passeio de barco no Lago Naivasha; além de hospedagem em acampamentos ou hotéis simples com refeições durante o percurso, e o retorno ao hotel em Nairobi no final da viagem.
Já estávamos balançando pela estrada saindo de Nairobi antes mesmo de eu despertar direito — meu café quase derramando no suporte enquanto nosso motorista, Joseph, apontava o Vale do Rift que se estendia até onde a vista alcançava sob um céu enevoado. Tem algo especial naquela primeira manhã: todo mundo no Landcruiser meio sonolento, mas sorrindo, sem saber se está mais ansioso ou nervoso para avistar leões ou só para dividir lanches com desconhecidos. À tarde, chegamos ao Masai Mara e, sinceramente, não esperava me sentir tão pequeno vendo aquelas manadas cruzando a savana. Nosso guia conhecia cada atalho — parava de repente e dizia “Olhe à esquerda”, e lá estava um guepardo relaxando como se fosse dono do lugar.
O segundo dia foi mais tranquilo, talvez porque passamos horas seguindo pegadas perto do rio Mara. Lembro do cheiro da terra aquecida pelo sol e daquele silêncio estranho quando vimos os gnus hesitando na beira da água. Mas nem tudo é tensão — alguém no grupo tentou falar ‘Ndovu’ (elefante) e o cozinheiro do acampamento caiu na risada. As noites no Lenchada Tented Camp eram simples, mas aconchegantes; dava para ouvir os chacais uivando enquanto escovávamos os dentes do lado de fora. Nada glamouroso, mas autêntico, sabe?
Depois foi a vez do Lago Nakuru — um turbilhão de flamingos cor-de-rosa e rinocerontes brancos andando devagar entre as acácias. Almoçamos à beira da água (ainda tirando poeira do meu sanduíche) antes de seguir para o Lago Naivasha, onde fizemos um passeio de barco. Os hipopótamos pareciam entediados com a nossa presença, mas adorei deslizar perto dos pescadores puxando redes, acenando como se vissem turistas todo dia (quem sabe, né?). No Hell’s Gate Park, perto de Naivasha, pedalar entre jatos de vapor foi surreal — parecia estar em outro planeta por algumas horas.
Amboseli foi o último destino, mas talvez meu favorito? Acordar cedo para ver o Kilimanjaro — soa clichê, mas ele realmente surge devagar pela névoa. Manadas de elefantes se movendo silenciosamente lá embaixo, poeira subindo ao redor dos pés deles. Nosso último game drive foi mais calmo; ninguém falou muito, só janelas abertas e vento no rosto. Ainda penso naquele silêncio às vezes.
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