Comece o dia cedo em Nairobi com transporte do hotel para safáris entre flamingos no Lago Nakuru, seguido de almoço no parque. Se quiser, faça um tranquilo passeio de barco no Lago Naivasha para ver hipopótamos e aves de perto—momentos que ficam na memória muito depois de voltar à cidade.
Sim, o transporte de ida e volta do seu hotel ou residência na região central de Nairobi está incluído.
O passeio dura cerca de 11,5 horas, do embarque ao retorno em Nairobi.
Não, as taxas de entrada (USD 60 por pessoa) são pagas no portão, somente com cartão VISA.
Você almoça no Lake Nakuru Lodge ou pode optar por um piquenique dentro do parque.
É possível avistar flamingos, rinocerontes, várias aves e outros animais durante o safári.
Sim, após o Lago Nakuru, você pode fazer um passeio de barco opcional de 1 hora no Lago Naivasha.
Sim, há assentos especiais para bebês e o passeio é indicado para todos os níveis de preparo físico.
Não, somente cartões VISA são aceitos para pagamento das taxas no portão; dinheiro não é aceito.
O dia inclui transporte privado com embarque e desembarque no seu hotel ou residência em Nairobi, comentários ao vivo do guia durante os safáris no Lago Nakuru e no trajeto até o Lago Naivasha, além de tempo para almoço em lodge local ou piquenique, antes do retorno à cidade à noite.
James, nosso motorista, sorriu quando perguntei se realmente veríamos aquele “lago rosa” que eu tinha lido. Ele só acenou com a cabeça e disse: “Espere e veja.” Saímos de Nairobi antes do sol nascer—confesso que mal estava acordado—mas o ar já tinha cheiro de poeira e café. Depois de uma hora, paramos no mirante do Grande Vale do Rift. Algumas mulheres vendiam artesanato de miçangas (comprei uma pulseira que até hoje uso), e a vista era de tirar o fôlego—camadas de colinas azuis, muito maiores do que eu imaginava. James apontou para onde iríamos: o Lago Nakuru, lá no meio da névoa.
A estrada até o Lago Nakuru foi meio esburacada, mas até divertida. O parque parecia vivo logo de cara—flamingos por toda a margem, não tão densos quanto nos cartões postais, mas ainda assim impressionante. Nosso guia conhecia cada canto de pássaro (tentei imitar um; ele riu). Em um momento, ficamos em silêncio observando um rinoceronte branco pastando perto da água. O cheiro era uma mistura de grama quente e lama—difícil de explicar, mas fica marcado na memória. Almoçamos em um lodge dentro do parque; nada sofisticado, mas um ensopado de frango e chapati muito gostosos. Gostei de poder conversar com o pessoal de lá, sem pressa.
Depois do almoço, seguimos para o Lago Naivasha para o passeio de barco opcional—quase desisti porque estava cansado, mas, sinceramente? Ainda bem que não. A água estava lisa como vidro e os hipopótamos apareciam por todos os lados (um bufou tão alto que quase pulei). Pássaros voavam ao redor; alguém apontou uma águia-pescadora africana no céu. O lugar parecia mais tranquilo que Nakuru—só o som do vento e da água. Na volta para Nairobi, todo mundo no van estava meio sonolento ou trocando histórias sobre qual animal tinha surpreendido mais. Aquela última parte da estrada sempre parece mais longa na volta.

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