Você vai nadar com arraias e tubarões amigáveis na lagoa de Bora Bora, depois explorar jardins de corais vibrantes com um guia local. Aproveite um piquenique polinésio relaxante num motu privado — frango grelhado, frutas frescas, pão de coco — e ainda tenha tempo para aprender a trançar folhas ou simplesmente curtir a vista. Um dia de calor humano e sol, focado nos pequenos momentos, não nas grandes aventuras.
“Você não tem medo?” perguntou nosso guia Teva com um sorriso, e pra ser sincero, eu estava — só um pouco — quando o primeiro tubarão-de-pontas-negras passou deslizando perto dos meus joelhos na água rasa e azul de Bora Bora. O barco mal tinha parado de balançar quando mergulhamos na lagoa, com as máscaras embaçando, talvez pelo nervosismo ou pelo sol forte. Debaixo d’água, só se ouvia minha respiração e o suave deslizar das arraias passando perto. Teva não parava de apontar — “olha ali, um peixe-papagaio!” — parecia que ele conhecia cada peixe pelo nome (provavelmente conhecia mesmo). Tentei dizer ‘maeva’ do jeito que ele ensinou; ele riu e disse que parecia mais ‘maionese’. Quase isso.
O safari na lagoa naquele dia em Bora Bora foi ao mesmo tempo tranquilo e cheio de descobertas. Depois de nadar com os tubarões (que parece mais radical do que realmente é), seguimos para um jardim de corais que parecia até falso — cores tão vibrantes que dava a impressão que alguém tinha aumentado a saturação. A água tinha um gosto levemente doce e salgada, quentinha na pele. Os peixes nadavam por todos os lados. Perdi a noção do tempo tentando acompanhar um peixe-borboleta até alguém me chamar para o almoço. Atracamos num motu pequeno, onde a areia grudava nos pés e o cheiro de frango grelhado com leite de coco dominava o ar. O almoço estava servido em esteiras de palha: salada de arroz, poisson cru (peixe cru no leite de coco), frutas que escorriam pelo meu pulso. Comi bolo demais porque, aparentemente, é assim que a gente fica quando está feliz e com a pele queimada de sol.
Depois, alguns tentaram aprender a trançar folhas de palmeira — eu fiquei só observando, ainda pensando no silêncio que tinha sido debaixo d’água. Uma brisa fresca vinha da lagoa e dava vontade de tirar um cochilo ali mesmo na areia. Teva nos ensinou a abrir um coco sem perder um dedo (eu falhei feio). No caminho de volta, todo mundo ficou quieto, só olhando aquelas montanhas verdes se aproximando enquanto voltávamos para os resorts. Às vezes ainda lembro daquela sensação — o sal secando nos braços, o cabelo bagunçado pelo vento, a mente estranhamente leve.
Sim, o transporte do seu resort ou local de hospedagem está incluso.
Um piquenique polinésio com salada de arroz, frango grelhado, poisson cru (peixe cru no leite de coco), frutas da estação, pão de coco e bolo.
Não, o equipamento de snorkel é fornecido durante o passeio.
Sim, o almoço pode ser ajustado para alergias ou necessidades especiais se avisar com antecedência.
O passeio é adequado para a maioria dos níveis de preparo físico, mas não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas na coluna ou cardiovasculares.
A experiência ocupa quase o dia todo, incluindo os traslados — espere sair pela manhã e voltar no fim da tarde.
Avistar arraias manta não é garantido — elas aparecem às vezes, mas não sempre.
Sim, água mineral, sucos naturais e refrigerantes estão disponíveis durante todo o dia.
Seu dia inclui traslado do seu resort ou hotel em Bora Bora, todo o equipamento de snorkel fornecido pela equipe local da Rohivai Tours, água mineral e refrigerantes durante o percurso, além de um piquenique tradicional polinésio servido num motu — com opções adaptadas para dietas especiais se solicitado antes — e o retorno confortável ao pôr do sol.


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