Você vai sentir a vibe de Colón na hora: caminhe pelas ruas históricas com um guia local, prove arroz de coco e peixe frito num cantinho do bairro, veja os navios alinhados para o Canal do Panamá e ouça histórias das raízes afro-caribenhas. Esse passeio de um dia saindo da Cidade do Panamá inclui transporte privado e tempo de sobra para curtir comida e cultura.
A viagem leva cerca de 1 hora e 15 minutos em cada trecho entre Cidade do Panamá e Colón.
Sim, o transporte privado com busca no hotel está incluído para sua comodidade.
Você vai conhecer o Casco Antiguo de Colón, Christ Church by the Sea, Paseo Washington, Hotel Washington, Terminal de Cruzeiros Colón 2000, shopping duty-free e a Zona Franca.
Sim—todos os locais e veículos usados no passeio são acessíveis para cadeirantes.
Sim—você terá tempo no shopping duty-free perto do Terminal de Cruzeiros Colón 2000.
O roteiro inclui paradas onde você pode comprar comidas locais como peixe frito e arroz de coco; as refeições não são pagas antecipadamente, mas são recomendadas pelo guia.
Sim—bebês podem ir em carrinhos ou no colo de um adulto durante o transporte.
O seu dia inclui transporte privado da Cidade do Panamá com busca e retorno ao hotel em veículo com ar-condicionado. Um guia local vai te levar pelos pontos históricos como o Casco Antiguo de Colón e Christ Church by the Sea antes de uma parada para almoço (por conta do cliente) num lugar querido pelos moradores. Também terá tempo para visitar o shopping duty-free perto do Terminal de Cruzeiros Colón 2000 antes de voltar com conforto.
A primeira coisa que percebi ao sair em Colón foi o cheiro do sal no ar—forte, misturado com um toque doce das barracas de rua assando plátanos. Nossa guia, Ana, nos chamou perto da antiga Christ Church by the Sea (ela chamava de “Igreja de Pedra”—acho que todo mundo aqui fala assim). Ela contava histórias de um jeito que dava vontade de chegar mais perto, mesmo com o barulho da cidade—crianças andando de skate pelo Paseo Washington, buzinas ecoando lá atrás no porto. Andamos pelo Casco Antiguo de Colón e ela apontava murais desbotados e prédios que pareciam ter visto muitas estações chuvosas. Tentei imaginar como era quando esse lugar era só um pântano na ilha de Manzanillo—difícil pensar nisso com os navios de cruzeiro agora ancorados no Terminal de Cruzeiros Colón 2000.
Não esperava rir tanto em um tour histórico. Ana nos ensinou algumas gírias locais (eu estraguei todas—ela riu, e eu também). Tem algo especial em caminhar por esses antigos calçadões, ver gente jogando dominó sob as palmeiras enquanto os navios esperam sua vez no Canal do Panamá. A cidade é cheia de camadas—prédios da companhia francesa do canal ao lado de fachadas coloniais desgastadas, até que de repente você está em frente ao Hotel Washington, com sua arquitetura grandiosa e meio estranha olhando para a Baía de Limón. A brisa do mar é pegajosa, mas confortável depois de uma hora explorando.
Paramos para almoçar num lugar que a Ana recomendou de olhos fechados—peixe frito com arroz de coco e um molho picante que fez meu nariz escorrer (no melhor sentido). Até hoje lembro desse sabor quando sinto cheiro de óleo de coco. Depois, passamos pelo shopping duty-free perto do terminal de cruzeiros; sinceramente, não é muito minha praia, mas ver os moradores negociando eletrônicos foi um espetáculo à parte. A Zona Franca é enorme—me perdi por um minuto só olhando as placas em espanhol e inglês. No fim da tarde, meus pés estavam cansados, mas a cabeça cheia de tudo que vimos e ouvimos. Acho que nunca vou conhecer outra cidade igual a Colón.
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