Seu coração vai disparar nesse salto tandem de 12.000 pés sobre o Lago Taupo — voando sobre vulcões com um guia profissional colado nas suas costas. Aproveite o transfer do hotel, equipamento completo (até um buff pra levar de lembrança) e espaço para família e amigos assistirem na área de pouso. A adrenalina da queda livre vira uma calma impressionante enquanto você flutua — uma memória pra vida toda.
O salto padrão é de 12.000 pés (3.660 metros), com opções para altitudes maiores quando disponíveis.
Sim, o transfer de ida e volta do hotel está incluso na sua reserva.
Sim, há bastante espaço na área de pouso para espectadores acompanharem os saltos.
Todo o equipamento necessário é fornecido — arnês, macacão, óculos e um buff para você ficar com a lembrança.
O tour não é recomendado para grávidas ou pessoas com problemas na coluna/coração; o limite de peso é 100 kg (220 lbs).
Sim — um instrutor tandem profissional estará preso a você durante todo o salto.
Crianças podem participar se couberem com segurança no arnês fornecido pela equipe.
Seu dia inclui transfer de ida e volta no hotel em Taupo, todos os impostos e taxas, uso do arnês, macacão e óculos (e ainda ganhe um buff como lembrança), além da orientação de instrutores tandem multilíngues experientes que garantem que cada etapa — do briefing de segurança ao pouso — seja tranquila, mesmo se suas pernas estiverem tremendo.
“Tem certeza que está pronto?” Foi o que meu instrutor tandem perguntou enquanto caminhávamos até a porta aberta do avião, com o Lago Taupo brilhando lá embaixo. Eu estava tranquilo até aquele momento — aí meu coração começou a bater tão forte que juro que ele podia ouvir através do arnês. O ar lá em cima tinha um cheiro frio e cortante, como metal e nuvens. Minhas mãos suavam dentro daquelas luvas engraçadas que eles dão (e que você pode ficar — as minhas ainda têm cheiro de céu). Tentei dizer algo corajoso, mas acabei rindo.
A subida foi quase tranquila. Nosso guia apontou para o Monte Ruapehu e o Monte Ngauruhoe lá longe — ele chamou de “Monte da Perdição” e sorriu quando reconheci do Senhor dos Anéis. Foi estranhamente relaxante olhar todo aquele espaço antes do salto. De repente, estávamos só nós na beirada, com as pernas penduradas no vazio. A queda livre? Quarenta segundos de barulho, vento e quase nenhum pensamento. Minhas bochechas balançavam feito desenho animado (o vídeo é hilário), mas, pra ser sincero, mal percebi — tudo o mais simplesmente desapareceu.
O paraquedas abriu por volta dos 1.700 metros. O silêncio chegou tão rápido que me fez rir de novo — você passa do vento estrondoso para uma calma flutuante onde dá pra ver toda a Ilha Norte se apertar os olhos. O guia me deixou controlar um pouco (fiz ziguezague louco; ele nem parecia preocupado). O pouso foi mais suave do que eu esperava — grama nos pés, pernas meio bambas. Tinha gente torcendo na área de pouso, alguns esperando a vez, outros só assistindo com café na mão. Abracei meu instrutor sem pensar. Ainda não sei se foi legal ou meio estranho.
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