Você vai acordar antes do sol para tomar café e petiscos perto de Teotihuacán, antes de flutuar sobre as pirâmides antigas em um passeio de balão compartilhado com pilotos locais experientes. Veja o sol iluminar San Juan Teotihuacán e celebre o pouso com um brinde de champagne antes de voltar para a Cidade do México. O silêncio lá em cima é algo que você não esquece fácil.
O voo dura entre 45 e 60 minutos, dependendo do clima.
Sim, o passeio inclui transporte para facilitar seu deslocamento.
Não, o trajeto depende do vento e do clima — às vezes você passa por cima, outras vê de ângulos diferentes.
Você recebe café ou chá e alguns petiscos antes do check-in para o voo.
Você volta para a recepção, onde há um brinde tradicional com champagne (ou suco) e pode comprar lembranças.
Sim, crianças são bem-vindas e recebem suco no brinde em vez de champagne.
Sim, o seguro viagem faz parte do pacote do passeio.
Este passeio não é recomendado para gestantes ou pessoas com problemas cardiovasculares.
Seu dia inclui transporte cedo da Cidade do México, café ou chá com petiscos no check-in em Teotihuacán, voo compartilhado de balão de 45 a 60 minutos com pilotos locais certificados, seguro viagem durante todo o passeio, além do brinde com champagne (ou suco) após o pouso e retorno de van à recepção — onde você pode comprar lembranças se quiser.
Será que eu realmente acordei às 4h30 só para ficar no frio e no escuro fora da Cidade do México? Fui me perguntando isso enquanto íamos para Teotihuacán, mas quando o primeiro raio de sol laranja apareceu no horizonte, esqueci o cansaço. O ar no ponto de encontro do balão tinha cheiro de café e algo doce — talvez um pan dulce? — e todo mundo se mexia de jaqueta, sussurrando ou rindo baixinho. Nosso piloto, Martín, tinha uma calma que passava confiança, como se já tivesse feito aquilo mil vezes (provavelmente já fez). Ele explicou que o vento é quem decide para onde o balão vai, então nunca se sabe se vamos passar bem em cima da Pirâmide do Sol ou só vê-la de lado. Gostei disso. Parecia menos um passeio e mais um deixar-se levar.
A decolagem foi mais suave do que eu imaginava — nada de barulhão, só uma leve subida. De repente, estávamos sobre San Juan Teotihuacán, vendo os telhados ficarem cada vez menores. As pirâmides pareciam quase surreais naquela luz fraca; não perfeitas como em cartão-postal, mas antigas, com contornos suaves pela névoa. Dá para ver umas pessoinhas já subindo os degraus. Alguém do grupo tentou falar “Teotihuacán” direito e o Martín riu — pelo jeito, nenhum de nós acertou. Teve um momento em que só se ouvia o estalo do queimador e, lá embaixo, cães latindo à distância. Era uma paz estranha, meio elétrica.
A aterrissagem foi mais turbulenta do que eu esperava (segure firme), mas ninguém reclamou — todo mundo bateu palmas quando tocamos o chão, mesmo o Martín dizendo que não precisava. De volta ao ponto de encontro, teve uma pequena cerimônia com champagne (ou suco para as crianças), que foi ao mesmo tempo festiva e meio engraçada, do jeito que brindes em grupo às vezes são. Comprei um mini balão de lembrança para minha sobrinha, porque ela nunca ia acreditar se eu contasse só com palavras. Ainda fico pensando em como tudo lá em cima era silencioso — nada assustador, só... diferente.

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