Você vai acelerar pela selva de Cozumel de ATV até Jade Cavern — pule das pedras ou nade se tiver coragem — depois volta para um snorkel guiado no recife Dzul Ha e um almoço relax com open bar no The Money Bar. Prepare-se para sapatos enlameados, risadas, margaritas fortes e aqueles momentos que você vai querer lembrar quando precisar de um pouco de sol na memória.
A experiência completa dura cerca de 120 minutos, incluindo transfers e atividades.
Sim, o almoço está incluído com opções como tacos, fajitas (frango, carne ou vegetariano) ou cheeseburger.
Não é necessário ter experiência; os guias dão todas as instruções antes de começar.
A idade mínima para participar é 8 anos; os motoristas precisam ter pelo menos 16 anos.
Sim, todo o equipamento necessário, incluindo máscara, snorkel, colete e nadadeiras, é fornecido.
Você tem duas horas de open bar nacional, almoço mexicano, acesso a espreguiçadeiras (sujeito à disponibilidade), além de caiaques transparentes e pranchas de stand up paddle.
Sim, os transfers ida e volta entre The Money Bar e o ponto de partida do ATV estão incluídos.
Sim, uma degustação educativa de tequila faz parte do seu dia após o snorkel.
Seu dia inclui transfer ida e volta do The Money Bar até o ponto de partida do ATV; uso de ATVs semi-automáticos com capacete e óculos; passeio off-road guiado pela selva de Cozumel; acesso à Jade Cavern para nadar ou pular das pedras; armários durante as atividades; snorkel guiado na praia no recife Dzul Ha com todo o equipamento fornecido; duas horas de open bar nacional; almoço mexicano completo (escolha entre tacos, fajitas ou cheeseburger); uso de espreguiçadeiras (sujeito à disponibilidade), caiaques transparentes e pranchas de stand up paddle; além de uma degustação educativa de tequila para fechar o dia.
Mal havíamos assinado o termo de responsabilidade quando nosso guia, Luis, sorriu e me entregou um capacete com cheiro de protetor solar e poeira. “Vai balançar bastante,” avisou, mas eu já estava de olho nos ATVs alinhados sob as palmeiras. O grupo estava meio nervoso — metade empolgação, metade “será que a gente vai mesmo?” — e isso só aumentou quando aceleramos pela selva de Cozumel. O ar parecia denso e verde, com o som dos pássaros ecoando lá em cima. Em um momento, senti o cheiro da terra molhada antes de passar por uma lama tão funda que meus sapatos sumiram por um instante. Luis riu e gritou algo sobre “aventura extra”.
Não esperava que Jade Cavern fosse tão escondida — uma clareira repentina entre as árvores, com a luz do sol refletindo na água esverdeada. Alguns de nós hesitaram na beirada (a queda parecia maior do que eu imaginava), mas alguém pulou e voltou rindo, então me joguei também. A água estava fria o suficiente para dar um choque na cabeça por um minuto. Flutuando ali, senti cheiro de folhas esmagadas e um toque mineral no ar. É engraçado como o silêncio tomou conta depois de tanto barulho de motor — uma calma estranha.
De volta ao The Money Bar, ainda meio molhados e provavelmente com lama pelo corpo, trocamos os capacetes pelos snorkels. Nosso guia apontava pequenos peixes azuis nadando entre os corais no recife Dzul Ha — eu vivia embaçando minha máscara de tanto sorrir debaixo d’água. O almoço veio com open bar (as margaritas eram tão fortes que conferi meu equilíbrio antes de tentar os caiaques transparentes). Alguém pediu fajitas; eu escolhi tacos porque parecia o certo depois de tanta atividade. Sinceramente, nessa hora ninguém se importava em parecer descolado — só queríamos estar sujos e cansados juntos.

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