Você vai pilotar seu próprio ATV pelas trilhas selvagens de Cozumel com um guia local, mergulhar no cenote esmeralda da Jade Cavern, passear pelas antigas ruínas maias de El Cedral e terminar com uma degustação caprichada de tequila — oito tipos, pra quem gosta de contar. Risadas, lama nos sapatos e talvez um novo drink favorito antes do pôr do sol.
Sim, o transporte está incluso saindo de terminais de cruzeiros, hotéis ou ferry em qualquer lugar de Cozumel.
Não, você terá seu próprio veículo, a não ser que peça um duplo na reserva.
Não, há uma taxa extra de 20 USD por pessoa para acesso aos parques, paga no início do passeio.
Você vai provar oito tipos diferentes de tequila durante o seminário no final do dia.
Sim, é para todos os níveis de preparo físico e não exige experiência prévia com ATV.
Sim, os guias particulares falam inglês fluente e são moradores locais de Cozumel.
Não é recomendado para gestantes por questões de segurança.
Recomenda-se levar roupa de banho e toalha para aproveitar o mergulho no cenote.
Seu dia inclui traslado do hotel ou terminal de cruzeiros em qualquer ponto de Cozumel, uso do ATV com capacete e óculos fornecidos pelo guia local, água mineral para se manter hidratado no calor da selva, além de um seminário completo de tequila com degustação antes do retorno — todas as taxas, exceto a entrada nos parques, estão incluídas.
O que mais me marcou foi o som — os ATVs roncando sob as árvores, os pássaros lá em cima e aquele calor úmido típico de Cozumel. Nosso guia, Luis, sorriu ao entregar os capacetes e os óculos. Ele cresceu ali perto de El Cedral e contou que, quando criança, costumava entrar escondido no cenote. Tentei disfarçar o nervosismo de pilotar meu próprio ATV (não sou muito habilidoso), mas, para ser sincero, assim que começamos a pular pelos trilhos enlameados rumo à Jade Cavern, tudo o mais ficou pra trás.
O ar mudou quando nos aproximamos do cenote — fresco, úmido e quase doce. Tinha morcegos voando (Luis garantiu que são inofensivos) e a água brilhava num verde impossível com a luz passando pelas folhas. Paramos para um mergulho — aquele choque gelado na pele queimada de sol — e depois fomos explorar umas ruínas de pedra ali perto. Luis apontou entalhes que eu jamais teria notado e contou histórias sobre rituais maias que aconteceram exatamente ali. Acho que atrapalhei o espanhol tentando repetir, mas ele riu sem julgar.
Quando voltamos para a cidade, enlameados e com fome, alguém falou em tequila e de repente estávamos num cantinho para degustação. Oito tipos alinhados — Añejo, Reposado, até uns cremosos que eu nunca tinha ouvido falar. O cara que cuidava do lugar explicou cada um como se apresentasse velhos amigos. Meu favorito foi um defumado (não lembro o nome), mas, pra ser sincero, depois de quatro doses tudo começou a se misturar. Ainda lembro daquele ar fresco da caverna quando fico preso no trânsito em casa — sabe como é?

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